
Substâncias
ativas das ervas medicinais
Após a série de
transformações tecnológicas que faz da planta medicinal uma droga
vegetal, esta contém um certo número de substâncias que, na maior
parte dos casos, agem sobre o organismo humano. É a fitoquímica (química
dos vegetais), que se encarrega de estudar estas substâncias ativas, a
sua estrutura, a sua distribuição na planta, as suas modificações e
os processos de transformação que se produzem no decurso da vida da
planta, durante a preparação do remédio vegetal e no período de
armazenagem. A fitoquímica está em estreita ligação com a
farmacologia (estudos dos efeitos das substâncias medicinais sobre o
organismo humano, do mecanismo e da velocidade da sua ação, do
processo de absorção e eliminação, das suas indicações, isto é,
do uso contra determinadas doenças). A farmacologia, por seu lado, é
indissociável da medicina clínica.
As substâncias ativas
das plantas medicinais são de dois tipos: os produtos do metabolismo
primário (essencialmente sacarídeos), substâncias indispensáveis à
vida da planta que se formam em todas as plantas verdes graças à
fotossíntese; o segundo tipo de substâncias é composto pelos produtos
do metabolismo secundário, ou seja, processos que resultam
essencialmente da assimilação do azoto. Estes produtos parecem freqüentemente
ser inúteis a planta, mas os seus efeitos terapêuticos, em
contrapartida, são notáveis. Trata-se designadamente de óleos
essenciais (ou essências naturais), resinas, alcalóides como os da
cravagem ou do ópio.
Geralmente, estas substâncias
não se encontram na planta em estado puro, mas sob a forma de
complexos, cujos diferentes componentes se completam e reforçam na sua
ação sobre o organismo. No entanto, mesmo quando a planta medicinal só
contém uma substância ativa, esta tem sobre o organismo humano um
efeito mais benéfico que o produzido pela mesma substância obtida por
síntese química.
Esta propriedade
apresenta um grande interesse para a fitoterapia, tratamento através
das plantas ou das substâncias de origem vegetal. A substância ativa não
e unicamente um composto químico, mas apresenta também um equilíbrio
fisiológico, é mais bem assimilada pelo organismo e não provoca
efeitos nocivos. É nisso que reside a grande vantagem da medicina
natural.
Pode citar-se como
exemplo o ópio, látex seco das cápsulas da dormideira, contendo,
entre muitas substâncias, um grande número de alcalóides importantes.
Cada alcalóide isolado tem uma ação totalmente diferente do ópio no
seu conjunto e provoca, no organismo humano, efeitos específicos, típicos
e originais (efeitos farmacológicos). O mesmo se passa com os glucosídeos
da digital.
Toda uma série de métodos
modernos permitem por em evidência a presença nos vegetais de
determinadas substâncias. Em primeiro lugar, o estudo microscópico,
relativo à estrutura anatômica e morfológica do corpo vegetal (atlas
microscópicos das drogas vegetais), depois os métodos físicos, como a
microsublimação, que consiste em aquecer uma pequena quantidade de
droga e fixar sobre um vidro as emanações, que são em seguida
analisadas através de métodos químicos. Certas substâncias podem ser
detectadas pela sua fluorescência quando iluminadas por uma lâmpada de
mercúrio.
As técnicas especiais
da química qualitativa e quantitativa permitem também despistar a
presença de determinada substância. Estes métodos são descritos em
artigos especializados, obedecem a normas estabelecidas a nível
nacional e às exigências relativas a qualidade das plantas medicinais.
A natureza química da
droga é determinada pelo seu teor em substâncias pertencentes aos
seguintes grupos principais: alcalóides, glucosídeos, saponinas, princípios
amargos, taninos, substâncias aromáticas, óleos essenciais e
terpenos, óleos gordos, glucoquininas, mucilagens vegetais, hormonas e
anti-sépticos vegetais.
Alcalóides
Os alcalóides são
compostos azotados complexos, de natureza básica, capazes de produzir
geralmente poderosos efeitos fisiológicos. São, na maior parte dos
casos, venenos vegetais muito ativos, dotados de uma ação específica.
A medicina emprega-os
normalmente em estado puro e o seu verdadeiro valor apenas se releva
quando usados adequadamente pelo médico. Segundo a sua composição química
e, sobretudo, a sua estrutura molecular, os alcalóides podem ser
divididos em vários grupos. Encontraremos na parte descritiva vegetais
contendo:
Fenilalaninas:
capsicina da pimenta, colquicina do cólquico;
Alcalóides isoquinoleicos: morfina, etilmorfina, codeína e papaverina
contidas no ópio da dormideira; e alcalóides indólicos: ergometrina,
ergotamina, ergotoxina da cravagem dos cereais;
Alcalóides quinoleicos: caule folhoso da arruda comum;
Alcalóides piridínicos e piperidínicos: ricinina do rícino,
trigonelina do feno-grego, conina (veneno violento) da cicuta;
Alcalóides derivados do tropano: escopolamina e atropina da beladona;
Alcalóides esteróides: raiz do veratro, doce-amarga, aconito
(aconitina).
Glucosídeos
Os glucosídeos são
produtos do metabolismo secundário das plantas. Compõem-se de duas
partes. Uma contém açúcar, por exemplo a glucose, e é geralmente
inativa, embora favoreça a solubilidade do glucosídeo, a sua absorção
e mesmo o seu transporte para determinado órgão. O efeito terapêutico
é determinado pela segunda parte, a mais ativa, designada aglícono.
Segundo a composição química, distinguem-se vários grupos de glucosídeos:
Tioglucosídeos: contêm
enxofre organicamente ligado e são característicos, por exemplo, da
família das brassicáceas. Nestas plantas são acompanhados de uma
enzima, a mirosinase, cuja ação os decompõe em glucose e em
isotiocianatos (rábano silvestre, grãos de mostarda branca ou mostarda
preta, sementes de capuchinha).
Glucosídeos derivados do ácido cianídrico, formados por um composto
cianídrico ligado a um açúcar. A ação enzimática decompõe-nos
(muitas vezes na saliva humana) em ácido cianídrico livre, que é um
veneno (amêndoas amargas, flor de sabugueiro e de abrunheiro-bravo,
folhas de cerejeira e de gingeira garrafal).
Glucosídeos antraquinônicos, que são geralmente pigmentos cristalinos
bastante lábeis. Têm uma ação laxativa 6 a 8 horas após a sua absorção
(rizoma do ruibarbo, casca do amieiro).
Cardioglucosídeos (glucosídeos da digital), substâncias muito
importantes que regulam a atividade cardíaca em doses infinitesimais.
Conforme a sua estrutura química, são divididos em cardenólidos
(digitais, adonis, junquilho) e em bufadienóis (raiz de heléboro).
Glucosídeos fenólicos, que pertencem a um grupo de substâncias com
efeitos e freqüentemente também um aroma muito característico. São
por isso classificadas entre as substâncias aromáticas (derivados
salicílicos da casca de salgueiro, da ulmária e dos brotos do choupo;
arbutina e metilarbutina das folhas de medronheiro, de airela, de urze).
Saponinas
As saponinas são muito
comuns nas plantas medicinais. Do ponto de vista químico,
caracterizam-se igualmente por um radical glucídico (glucose,
galactose) ligado a um radical aglícono. A sua propriedade física
principal é reduzir fortemente a tensão superficial da água. Todas as
saponinas são fortemente espumosas e constituem excelentes
emulsionantes. Têm uma outra propriedade característica: proporcionam
a hemólise dos glóbulos vermelhos (eritrócitos), isto é, libertam a
sua hemoglobina, o que explica o efeito tóxico de algumas delas,
tornando-as impróprias para consumo.
As saponinas irritam as
mucosas, provocam um relaxamento intestinal, aumentam as secreções
mucosas dos brônquios (são expectorantes): flor de verbasco, raiz de
alcaçuz e de saponária. São também usadas como diuréticos e
desinfetantes das vias urinárias (caule folhoso da herniária, folha de
bétula, raiz de resta-boi). A célebre raiz de ginseng (Panax ginseng),
originária da China, da Coréia e das regiões extremo-orientais da União
Soviética, é igualmente rica em saponinas.
Princípios amargos
Estas substâncias
apresentam um gosto amargo, excitam as células gustativas, estimulam o
apetite e aumentam a secreção dos sucos gástricos. A farmacologia
agrupa, sob o nome de princípios amargos, as substâncias vegetais terpênicas
susceptíveis de libertar azuleno, assim como glucosídeos de diversas
estruturas bioquímicas. O primeiro grupo engloba, por exemplo, os sucos
amargos do absinto e do cardo-santo. O segundo grupo é o mais comum: reúne
os sucos das gencianáceas (genciana, trifólio), da centáurea, etc.
Taninos
Estas substâncias de
composição química variável apresentam uma característica comum: a
capacidade de coagular as albuminas, os metais pesados e os alcalóides.
São hidrossolúveis. O seu interesse medicinal reside essencialmente na
sua natureza adstringente: possuem a propriedade de coagular as
albuminas das mucosas e dos tecidos, criando assim uma camada de coagulação
isoladora e protetora, cujo efeito é reduzir a irritabilidade e a dor,
deter os pequenos derrames de sangue.
As decocções e as
outras preparações à base de drogas ricas em taninos são usadas, na
maior parte dos casos, externamente contra as inflamações da cavidade
bucal, os catarros, a bronquite, as hemorragias locais, as queimaduras e
as frieiras, as feridas, as inflamações dérmicas, as hemorróidas e a
transpiração excessiva.
No uso interno, são úteis
em caso de catarro intestinal, diarréia, afecções da vesícula, assim
como antídoto nos envenenamentos por alcalóides vegetais.
O ácido tânico,
tirado das galhas do carvalho, é freqüentemente usado em farmácia.
Emprega-se igualmente a casca de carvalho (carvalho de Inverno ou
carvalho de Verão), as folhas de nogueira, as folhas e os frutos de
mirtilo, as folhas de framboeseiro, de espinheiro, as cimeiras de agrimônia,
a raiz da sete-em-rama, a raiz de bistorta, de pimpinela, etc.
As substâncias aromáticas
Fazem parte deste grupo
um certo número de substâncias, freqüentes nas drogas vegetais, de
composição e ação por vezes muito variáveis. Podem estar associadas
na planta a outras substâncias ativas. É neste grupo que encontramos,
nomeadamente, os glucosídeos fenólicos de que já falamos, ou os
derivados do fenilpropano, como as cumarinas de perfume característico.
Os caules folhosos do meliloto, da aspérula odorífera, são ricos em
cumarina.
As hidroxicumarinas
apresentam igualmente interesse farmacêutico. A esculina, contida na
casca do castanheiro-da-índia, tem os mesmos efeitos que a vitamina P,
aumenta a resistência dos vasos sanguíneos e por isso é útil no
tratamento das hemorróidas e das varizes (com a rutina). Além disso,
absorve os raios ultravioletas (filtros solares, cremes protetores). A
casca da brionia (Cortex viburni) contém igualmente hidroxicumarinas. A
angélica oficinal contém furocumarinas.
Um segundo grupo de
substâncias aromáticas é constituído pelos produtos de condensação
das moléculas de ácido acético ativado (acetogeninas). É a este
grupo que pertencem os flavonóides, substâncias fenólicas, entre as
quais a mais importante, do ponto de vista terapêutico, é a rutina,
que exerce, como a esculina, uma ação favorável sobre as paredes dos
capilares. A rutina é extraída da arruda, mas também do trigo
mourisco e da sófora.
As folhas e flores do
espinheiro alvar, assim como as bagas do mesmo arbusto, contêm flavonóides
freqüentemente usados.
Uma outra droga
importante, tanto para a medicina popular como para a medicina oficial,
e contendo, a par das substâncias flavonóides, uma série de outros
produtos, é a flor ou a baga do sabugueiro negro.
A flor da tília é um
outro remédio muito apreciado. Citemos também o caule folhoso da
milfurada, a perpétua-das-areias, a antenária. O cardo-leiteiro, rico
em substâncias importantes do grupo das flavolignanes, eficazes contra
as doenças do fígado e as hepatites, é objeto de estudos
particularmente atentos desde há algum tempo. As substâncias ativas do
cânhamo, as naftoquinonas das folhas de nogueira, os compostos contidos
na drosera pertencem igualmente ao grupo das plantas aromáticas.
Os óleos essenciais
(essências naturais) e os terpenos
Os óleos essenciais são
líquidos voláteis, refringentes, de odor característico. Formam-se
num grande número de plantas como subprodutos do metabolismo secundário.
Os vegetais são mais
ricos em essências quando o tempo é estável, quente, soalheiro: será
então a melhor altura para colhê-los. Estes óleos acumulam-se em
certos tecidos no seio das células ou de reservatórios de essência,
sob a epiderme dos pêlos, das glândulas ou nos espaços
intracelulares. O controle microscópico da qualidade dos óleos
essenciais revela-nos que essas células estão dispostas em formações
características.
Os óleos essenciais são
extraídos de plantas frescas ou secas mediante destilação por vapor
de água, extração pura e simples ou outras técnicas (por pressão,
por absorção de gorduras em perfumaria, etc.)
Do ponto de vista químico,
trata-se de misturas extremamente complexas. A medicina recorre freqüentemente
a substâncias extraídas dos óleos essenciais (mentol, cânfora).
O uso farmacêutico dos
óleos essenciais fundamenta-se nas suas propriedades fisiológicas: o
perfume e o gosto (corrigentia); o efeito irritante sobre a pele e as
mucosas (derivantia); as propriedades desinfetantes e a ação
bactericida. A essência de anis, de funcho, etc. (Oleum anisi, Oleum
foeniculi) são muitas vezes usadas como expectorantes, pois são
eliminadas pelos pulmões e desinfetam assim diretamente as vias
respiratórias, libertando as mucosidades. São usadas também em
gargarejos, inalações e gotas nasais. A sua absorção facilita os
processos digestivos; atuam como estomacais, colagogos e carminativos. A
maior parte das plantas com essências são usadas como aromatizantes
(chicória, funcho, anis, manjerona, tomilho, serpão, orégão).
O efeito de irritar a
pele é aproveitado através de aplicações externas anti-reumatismais.
Os linimentos contêm quer substâncias extraídas dos óleos essenciais
(mentol, cânfora), quer essências de menta, de alecrim, de lavanda e
de terebentina, verificando-se, na maior parte dos casos, uma mistura de
todos estes produtos.
As essências naturais
devem ser conservadas, bem como as plantas que as contêm, em
recipientes bem fechados ao abrigo da luz. As essências oxidam-se
rapidamente à luz e ao ar, polimerizam-se, transformam-se em resinas e
perdem o odor e a ação que as caracterizam.
Entre as numerosas essências
naturais que entram na composição de muitos remédios naturais,
citamos pelo menos a essência de anis (Oleum anisi), de funcho (Oleum
foeniculi), de lavanda (Oleum lavandulae), de hortelã-pimenta (Oleum
menthae piperitae) e o mentol que esta fornece, de tomilho e o
respectivo timol, assim como o seu carvacrol, que é um excelente
desinfetante.
Os óleos essenciais
compõem-se sobretudo de terpenos, produtos voláteis freqüentemente
misturados com outras substâncias. A tanchagem contém uma elevada
percentagem de terpeno.
Os óleos gordos
São óleos vegetais líquidos
à temperatura ambiente. O frio torna-os turvos e os faz coagular, são
insolúveis na água, mas solúveis em solventes orgânicos (clorofórmio,
acetona, por exemplo). Entre os óleos não sicativos, pode citar-se o
azeite e o óleo de amêndoas, entre os semi-sicativos, o óleo de
amendoim, de girassol e de colza. O óleo de linho e de papola são
sicativos. O óleo de rícino é fortemente laxante. Os óleos gordos são
correntemente utilizados tanto no fabrico de remédios como para fins
alimentares e industriais.
As glucoquininas
(insulinas vegetais)
São substâncias que têm
influência sobre a glicemia; são também chamadas fito-insulinas.
Existem nos vegetais seguintes: vagem de feijão sem sementes (Fructus
phaseoli sine semine), cimeiras de galega (Herba galegae), folhas de
mirtilo. Estas plantas secas entram na composição de tisanas antidiabéticas
usadas no tratamento complementar do diabético.
As mucilagens vegetais
São misturas amorfas
de polissacarídeos que formam na presença de água sistemas coloidais
fortemente viscosos. Com água fria, as mucilagens engrossam e formam
gels, com água quente dissolvem-se e formam soluções coloidais que se
gelificam de novo ao arrefecer. Nas plantas, estas substâncias servem
de reservatórios, sobretudo pela sua capacidade de reter a água. Nas
infusões e decocções, as mucilagens das plantas medicinais têm como
efeito reduzir a irritação quer física quer química. Exercem assim
uma ação favorável contra as inflamações das mucosas, especialmente
as das vias respiratórias e digestivas, atenuam as dores das contusões,
amaciam a pele quando são aplicados cataplasmas. Reduzem o
peristaltismo intestinal, e o seu efeito de absorção age
favoravelmente em casos de diarréia. São usadas abundantemente como
emulsionantes (carraguinatos, extraídos das algas marinhas).
As plantas
mucilaginosas são usadas quer isoladamente quer em misturas de infusões.
Citemos, por exemplo, a folha e a raiz da altéia, a flor da malva e a
folha da mesma planta, a flor da malva-rosa, a folha e a flor da
tussilagem, a semente do feno-grego, a semente do linho, etc.
As pectinas pertencem
igualmente a este grupo: trata-se, com efeito, de polissacarídeos que
formam gels como as mucilagens. As pectinas existem em numerosos frutos
e são particularmente abundantes nos sumos de frutas e legumes: sumo de
maçã, de beterraba, de cenoura. As pectinas são usadas nas curas de
frutos e no tratamento das diarréias.
As hormonas vegetais
(fito-hormonas)
São substâncias de
composição química muito complexa, geralmente biocatalisadores que
atuam sobre o crescimento e as trocas metabólicas (biostimulantes).
Existem, por exemplo, no lúpulo, no anis, na salvia, na sorveira, na
altéia, na bolsa-de-pastor, na aveia e na cenoura.
Os anti-sépticos
vegetais
São substâncias
antibióticas produzidas pelos vegetais superiores, exercendo uma ação
antimicrobiana de largo espectro, na maior parte dos casos instáveis e
voláteis. Atuam mesmo em aerossol, por via respiratória. Existem no
alho, na cebola, na mostarda, no rábano silvestre, no sabugueiro, no
zimbro, no pinheiro, na tanchagem, etc. Continuam a ser estudadas nos
nossos dias.
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DESCRIÇÃO DE
ALGUMAS PLANTAS E SEUS USOS
OLEO DE COPAÍBA
COPAÍBA: Copaifera SPP
Copaíba é uma árvore
que atinge cerca de 36 metros de altura, 140cm de diâmetro, ou roda de
até 3 metros. É encontrada em todos os trópicos, mas com maior incidência
no Brasil, onde tem ampla distribuição pela terra firme da Amazônia.
Todas as variedades produzem uma resina, chamada óleo de copaíba,
obtida por incisão no seu tronco. Por isso, a árvore é conhecida como
"pau-de-óleo", "árvore milagrosa" e "árvore
do óleo diesel".
O uso doméstico da
copaíba é muito importante, principalmente para tratar de inflamações
e ferimentos. Para essa finalidade não tem nenhum outro substituto. A
copaíba é incrivelmente poderosa, um antibiótoco da mata, que já
salvou muitas vidas de caboclos e índios gravemente feridos. Muitos
dizem que "longe do hospital ou da farmácia, o óleo de copaíba
serve até melhor que um médico".
ÉPOCA DE FLOR E FRUTO
A copaíba floresce na estação da chuva, entre janeiro e março, e
frutifica de maio até agosto.
PRODUÇÃO
A produção de óleo por árvore varia de 1/4 a 20 litros. Porém, nem
todas as árvores produzem o óleo. um experimento mostrou que a produção
de óleo varia em diferentes solos. Observou-se que 45% das árvores
produzem óleo nos solos argilosos. Já em solos arenosos, a porcentagem
de árvores que produzem óleo alcançou 75%. Essa resina é um produto
do metabolismo próprio da árvore, sendo criada por canais secretores
na medula ou centro (a cavidade interior) da árvore.
VALOR ECONÔMICO
Por causa do desmatamento no Pará, o fornecimento está cada vez mais
difícil e o custo maior, uma vez que o priduto está vindo de lugares
mais longe como Manaus, por exemplo. O óleo de copaíba foi muito
exportado durante a época da borracha. ainda hoje é vendido para a
França, Alemanha e Estados Unidos. Em 1984, a exportação do óleo de
copaíba alcançou 120 toneladas. A produção é estimada em 200
toneladas ao ano.
USO
Óleo: Tem função medicinal como cicatrizante de feridas e úlceras.
Também está sendo utilizado como anti-inflamatório contra bronquite,
dor de garganta, dermatose e psoríase. Serve também para ilumiação.
Remédio para dor de
garganta: Pingue 1 ou duas gotas de copaíba em 1 colher de sopa de mel
de abelha. Tomar duas vezes por dia.
Lanterna da Mata: O óleo
de copaíba é usado como combustível para iluminar à noite. Coloque
um fio num recipiente de óleo e acenda o fogo.
Proteção de gado e
namorados: Os fazendeiros do Sul do Pará derramam o óleo de copaíba
pelo chão próximo aos coxos de sal. Quando o gado se aproxima para
comer o sal, pisa no óleo deixando suas patas encharcadas, evita infecção
aftosa. Também tem gente que antes de passear com a namorada passa um
pouquinho de óleo de copaíba embaixo do braço. Eles dizem que o óleo
funciona como um desodorante natural e assim não espanta a namorada.
Madeira: utilizada na
construção civil e laminados para tábuas. A demanda tem aumentado por
sua qualidade de repelir insetos.
Caça: caçadores
esperam embaixo da árvore de copaíba durante a frutificação, pois as
sementes atraem a caça. O óleo também atrai a caça.
Uso industrial do óleo:
fabricação de verniz, perfume, uso farmacêutico e na revelação de
fotografias.
Casca: em algumas regiões,
o chá da casca é usado como anti-inflamtório. Em Belém do Pará, a
garrafada da casca está sendo utilizada como substituto do óleo da
copaíba. Isto está acontecendo porque é cada vez mais difícil
encontrar o óleo, porém, o chá da casca não é tão eficiente quanto
o óleo puro.
PROCESSO DE RETIRADA DO ÓLEO
O processo de tirar óleo de copaíba varia entre as diferentes regiões
e entre os extrativistas. No acre, dizem que o melhor período para
colher o óleo da copaíba é na época das chuvas, enquanto no Pará os
produtores costumam extrair o produto na estação seca
(agosto-outubro). Usando um trado ou furador, perfure a árvore à
altura de 60 a 70 centímetros do chão, até o centro do caule (20 a 50
cm de profundidade no tronco, conforme a grossura da árvore). Em
seguida, coloque um pedaço de metal embaixo do buraco ou um cano para
deixar o óleo escoar para uma vasilha no chão. Se o óleo não sair,
pode utilizar fogo na base do tronco para aquecer a resina. Deixe o óleo
escorrer por alguns dias. Ao final da colheita, tampe bem o buraco com
uma varinha para não desperdiçar o produto e prevenir a infestação
de insetos.
Segundo algumas crenças,
não se deve olhar para a copa da copaibeira quando estiver tirando o óleo
e nunca levar uma mulher grávida perto de uma árvore que se pretende
furar, pois, o óleo pode não sair.
Nota de Preucação: Em
muitos lugares costuma-se cortar a copaibeira com terçado para tirar o
óleo. Desta maneira, pode-se tirar muito óleo uma única vez, porém,
este é um método não sustentável. Um corte profundo deixa um grande
ferimento na casca da árvore, permitindo a entrada de inseto e fungos
que podem estragá-la. Se a extração do óleo não for cuidadosa, a árvore
pode vir a morrer em menos de três anos. A casca de uma árvore é como
a pele de uma pessoa, serve como proteção contra doenças. Usando o
trado, pode-se tirar o óleo de copaíba dentro de um período maior,
ganhando assim mais óleo ao longo do tempo (com intervalo de extração
de pelo menos 2 anos)
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óleo de andiroba
Remédio muito
utilizado em algumas regiões do corpo para baques, inchaços,
reumatismo e cicatrização e recuperação da pele.
Quando você tem um
ferimento é bom passar óleo de andiroba no local. Além de sarar, este
remédio evita que mosquitos, moscas e outros insetos pousem no
ferimento.
Também pode ser usado como repelente contra moscas e mosquitos, além
de diminuir as chances de inchaço em caso de picadas de insetos e
morcegos vampiros.
Recentemente, foi
descoberto que as velas feitas com o óleo de andiroba espantam o
mosquito que transmite a dengue (Aedes aegytpi).
O óleo de andiroba
pode ainda, ser empregado na fabricação de sabão e fornece um
excelente combustível utilizado, no interior, para a iluminação.
Madeira: de excente
qualidade, cor castanho-vermelha brilhante, não é atacada pelos
insetos nem turus. É comparada ao mogno e possui elevada demanda de
consumo nacional e exportação. É usada para cavaco e construção
civil.
Casca: usada como chá
contra febre e vermes. Transformada em pó, a casca trata feridas,
servindo como cicatrizante para afecções da pele.
ANDIROBA: CARAPA GUIANENSES AUBLET
A andiroba é uma árvore
de múltiplo uso, fornecendo um dos óleos medicinais mais utilizados na
Amazônia, madeira de alta qualidade e casca medicinal. Possui médio a
grande porte, com tronco reto que atinge 30 metros de altura e,
frequentemente, apresenta raízes sapopemas. Seus ramos tendem a posição
vertical, tendo folhas grandes, escuras e pendentes.
OCORRÊNCIA
A andiroba tem distribuição ampla na Amazônia, América central e África,
preferindo as várzeas e igapós, mas sendo também encontrada em terra
firme. A indústria de óleo de andiroba teve origem na cidade de Cametá,
nos Estado do Pará. A madeira da andiroba possui um sabor amargo e é
oleaginosa, motivo pelo qual não é atacada pelos cupins nem pelos
turus. Por sua alta qualidade, é muito utilizada por serrarias. Com
isso, fica cada vez mais difícil encontrar árvores de andiroba nas
regiões madeireiras.
ÉPOCA DE FLOR E FRUTA
A andiroba floresce entre agosto e outubro. As frutas amadurecem entre
janeiro e abril. Nem todos os anos as árvores de andiroba produzem
frutos. PRODUÇÃO De 5o a 200 kg de sementes por árvore anualmente. A
produção varia muito, pois nem todas as árvores frutificam sempre.
Cem quilos de sementes produzem aproximadamente 18 litros de óleo.
VALOR ECONÔMICO
O óleo de andiroba é um dos produtos medicinais mais vendidos na Amazônia.
As lojas compram o óleo durante a safra, quando os preços baixam. Para
o produtor conseguir um preço melhor, pode guradar o óleo e tentar
vendê-lo fora desse período. O óleo de andiroba também tem demanda
internacional, sendo exportada para Europa e Estados unidos. Entre 1974
e 1985, 200 a 350 toneladas foram exportadas do Brasil por ano,
principalmente pelos Estados do Maranhão, Pará e Amapá.
PROCESSO DE EXTRAÇÃO
Existem muitas maneiras de tirar o óleo da andiroba. Um processo que as
pessoas usam no interior é chamado de "azeite de tábua",
feito na sombra. O óleo que sai desse processo é chamado "óleo
virgem", sendo bem limpo e considerado o melhor. Outro processo,
conhecido como "azeite de sol", é mais rápido e menos
desgastante. Ambos processam-se da seguinte forma: Ferva as sementes até
amolecerem. Retire as sementes da água e deixe-as empilhadas no chão,
cobertas por folhas verdes por quarenta dias. Depois disso, abra as
sementes e remova a massa (usa-se colher de prego).
Para o Azeite de tábua:
Amasse a massa, faça bolinhas, colocando-as no cocho feito de pedaço
de metal, canoa velha ou pedaço de madeira inclinada para o chão.
Coloque um fiozinho de algodão no fim da massa e uma vasilha no chão.
Assim, o óleo que sai da massa cai certinho dentro da vasilha. Amasse
todos os dias a massa. Depois de 4 a 6 dias, a massa ficará dura e
seca. Para obter mais óleo dela é só colocá-la no sol e esperar para
extrair o restante do óleo. Para o azeite de sol: Leve a massa para o
sol durante dois dias virando-a de duas em duas horas, durante todo o
dia. De tarde, leve a massa para casa e faça bolinhas. Coloque-as na tábua
inclinada e deixe o óleo sair. No terceiro dia, esquente a massa no sol
por três horas e leve-a para a tábua para retirar o restante do óleo
(dois dias). Algumas pessoas aproveitam a massa seca que sobra para
fazer sabão ou jogam no fogo para espantar os pernilongos e mosquitos.
O ÓLEO DE ANDIROBA E
DERIVADOS
Quando você tem um ferimento é bom passar óleo de andiroba no local.
Além de sarar, este remédio evita que mosquitos, moscas e outros
insetos pousem no ferimento.
RECEITA PARA O SABÃO
DE ANDIROBA
Coloque um litro de óleo de andiroba numa lata para ferver com 4kg de
*sebo de gado* derretido. Deixe ferver por 30 minutos e depois
acrescente 250g de breu (ou, se você tiver, silicato ou sodda cáustica).
Se quiser sabão cheiroso, coloque oriza ou catinga de mulata. Ferva até
atingir o ponto. Deixe esfriar. ponha numa forma. Quando ficar sólido,
corte em pedaços e guarde. No interior costuma-se acrescentar à
andiroba e sebo a cinza da casca da fruta do cacau misturada com água.
Este sabão é utilizado na lavagem de roupa, na limpeza de pele, contra
coceiras, impingens e pano branco. Para fazer a cinza do cacau, deve-se
queimar a casca seca da fruta. A cinza fica fina e branca (que é muito
ácida e forte), deve ser guardade em uma vasilha e local seco.
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castanha-do-pará
A castanha-do-pará é
tão valiosa como comida, remédio, renda doméstica e no comércio
internacional que até existe um a lei nacional determinando que ninguém
pode derrubar castanheiras. Essas árvores não são apenas resultado da
natureza.
As tribos indígenas,
ao longo do tempo, manejaram as castanheiras aumentando sua abundância
e mudando sua distribuição pela Amazônia. Hoje em dia, as pessoas
aproveitam o resultado da sabedoria das geraçòes passadas.
As castanheiras são
encontradas na floresta de terra firme da Amazônia, onde podem alcançar
mais de cinquenta metro de altura, sobressaindo acima da copa de outras
árvores. Essas árvores, com idade estimada em 800 anos, chegam a diâmitros
de mais de 4 metros, ou roda de 10 a 12 metros.
Desenvolvem-se melhor
em clareiras e em áreas não alagadas com solos argilosos ou
argilo-arenosos. As abelhas grandes ponilizam suas flores únicas e a
cutia é o único animal conhecido que dispersa suas castanhas. Ela abre
o ouriço, tira as castanhas, come algumas e enterra outras para comê-las
depois. Aquelas que não são desenterradas podem nascer.
Castanha-do-pará:
Bertholletia excelsia H.B.K.
PRODUÇÃO
Desde 1980, o Brasil tem uma produção anual de 40.000 toneladas.
Castanhais nativos produzem de 16 a 120 litros de sementes por hectare.
Uma castanheira nova produz de 30 a 50 ouriços por ano, enquanto as árvores
maduras, de 200 a 400 anos, podem chegar a produzir 1000 ouriços em
apenas um ano. E, ainda, essa alta produtividade pode ocorrer em anos
alternados.
VALOR ECONÔMICO
A castanha-do-pará é esportada para Inglaterra, França, Estados
Unidos e Alemanha. Cerca de 20 mil famílias que moram na floresta
extraem e vendem castanhas. O Brasil fornece 75% da produção mundial
de castanha-do-pará, alcançando 45 mil toneladas anualmente. O comério
internacional é estimado em R$ 32 milhões.
USO
Castanha: Leite, Farinha, Sorvete, Doces.
Ouriço: Artesanato, remédio, carvão.
Madeira: Historicamente muito utilizada para estacas e construção, mas
hoje é ilegal derrubar castanheiras.
IMPACTO NAS SETE GERAÇÕES
Tradicionalmente os cientistas pensaram que todas as matas amazônicas
eram matas virgens. Recentemente estão descobrindo que muitas florestas
foram manejadas e transformadas pelos povos indígenas. Com centenas de
anos de conhecimento e prática, os índios têm modificado a abundância
e distribuição das árvores, conforme suas preferências.Por exemplo,
castanha e piquiá são árvores que ocorrem em densidades maiores
quando próximas a aldeias antigas.
Enquanto os povos indígenas
têm aumentado o número de espécies promissoras, a maioria das
modificações modernas na Floresta Amazônica diminuíram a abundância
de árvores valiosas. É sempre importante avaliar os custos e benefícios
das mudanças drásticas em nossa terra. Algumas mudanças que parecem
melhor a curto prazo podem ter consequências graves depois de u m período
relativamente maior. A tribo dos índios Iroquois, na América do Norte,
criou a grande Lei:
"Em cada deliberação,
nós temos que considerar o impacto de nossas decisões nas próximas
sete gerações".
RECEITAS
Hepatite e Azia: em algumas regiões, o chá do ouriço é considerado
um ótimo remédio para hepatite, anemia e problemas intestinais. Limpe
o ouriço, coloque água e deixe-o descansar por 2 a 3 horas, ou até
que a água fique na cor de sangue. Tome diariamente.
Cabelos Bonitos:
Misturar uma colher de óleo de castanha com uma colher de mel de abelha
e uma gema de ovo. Bater e aplicar nos cabelos já lavados.
NUTRIÇÃO
A castanha, rica em proteína e calorias, é considerada por muitos como
uma carne vegetal. Possui 12 a 17% de proteínas nas castanhas e 46% de
proteínas na farinha sem gordura, enquanto a carne de gado tem 26 a 31%
de proteína. A castanha tem mais ou menos a metade da proteína de um
bife e duas vezes mais calorias.
Sua proteína é quase
equivalente a do leite da vaca, contendo aminoácidos completos. Quando
ralada e misturada com água, obtêm-se um leite usado na culinária que
pode até substituir o leite de vaca. A castanha-do-pará também tem
minerais como o fósforo, potássio e vitamina B. Em adição, 100g de
castanha contém 61g de gordura; 2,8mg de ferro; 180 mg de cálcio e
4,2mg de zinco.
RECEITAS CULINÁRIAS
Moqueca de peixe
Ingredintes:
1kg de peixe
2 limões
sal, pimenta-do-reino e cheiro verde à vontade
3 gotas de molho de pimenta caseiro
1 colher de colorau
1 cebola
1 pimentão
1 xícara de leite de castanha
2 colheres de goma
Modo de fazer:
Limpe o peixe e deixe descansar com o sal, limão, molho e
pimenta-do-reino. Para o molho, misture a cebola o alho e o colorau. a
quantidade de molho deve ser o bastante para cobrir o peixe na panela.
Quando estiver cozido, acrescente o leite de castanha. Em seguida,
dissolva duas colheres de goma num pouco de leite, coloque sobre o peixe
e ferva por mais 5 minutos junto com o cheiro verde.
Bolo Marajó
Ingredientes: 2 xícaras de açúcar
1 xícara de castanha ralada
1 copo e leite condensado (com um copo de água)
1 xícara de farinha de trigo
1 xícara de manteiga
4 ovos
Modo de fazer:
Bata a manteiga com o açúcar, junte os ovos e continue até unir.
Coloque a castamha ralada e bata mais umpouco. Em seguida misture a
farinha mexendo bem. Coloque numa forma untada e leve ao forno.
Bombom de Cupuaçu com
castanha
Ingredientes: 1 cupuaçu grande
1kg de açúcar
1 prato de castanha ralada
1 prato de castanha cortada e torrada com manteiga a gosto.
Modo de fazer:
Retire a poupa do cupuaçu com a ajuda de uma tesoura. Coloque em uma
panela com água e leve ao fogo para reduzir a acidez. Em seguida,
escorra em uma peneira. Misture a polpa, o açúcar e a castanha ralada
e leve ao fogo. Deixe ferver até a massa soltar do fundo da panela.
Espalhe o doce em uma tábua untada. Coloque a castanha torrada e
cortada sobre o doce e enrole na forma de grossos bastões. Embrulhe em
papel alumínio ou celofone.
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Xarope para bronquite e
asma
Ingredientes: 1 xícara
(chá) de rapadura ou açúcar mascavo, 1,5 colher de gengibre (raiz que
pode ser cozida), 1 folha de guaco socada, 1 rodela de abacaxi picada
(ou em suco).
Como Fazer: Colocar a
rapadura e o gengibre em uma panela com uma xícara de água. Levar ao
fogo. Quando começar a ferver, acrescentar a folha de guaco e o
abacaxi. Deixar no fogo até adquirir consistência de caldo, tirar e
coar.
Pomada para varizes e
hemorróidas
Ingredientes: 2 partes
de lanolina, 2 partes de vaselina, 1 parte de tintura-mãe de bardana, 1
parte de tintura-mãe de mil-folhas
Como fazer: Misturar a
lanolina (aos poucos) com as 2 tinturas. Em seguida, acrescentar a
vaselina. Mexer, até que o conteúdo fique homogêneo.
Infuso contra o mau hálito
Bochechar com a
seguinte infusão, 3 vezes ao dia: ferver durante 5 minutos, 2 ramos de
tomilho, 3 ramos de sálvia, 2 limões cortados ao meio com cascas.
Banho contra reumatismo
Ingredientes: 15 gs. de
alecrim, 15 gs. de sálvia, 10 gs. de losna, 10 gs. de flor de
sabugueiro, 2 colheres (sopa) de sal.
Como fazer: Ferver por
10 minutos e deixar amornar. Misturar na água da banheira
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Máscara para limpar a
pele
Ingredientes: 2
colheres (sopa) de óleo de cavalinha, 1 colher (sopa) de tintura-mãe
de cavalinha, 1 xícara de decoto (cozimento) de cavalinha, 1 colher (chá)
de mel, 10 colheres (chá) de argila, 5 gotas de essência de hortelã.
Como fazer: Colocar em
um recipiente o decoto da cavalinha, a argila, o mel, a tintura e o óleo
de cavalinha, mexendo até dar o ponto. Quando a máscara estiver com
consistência pastosa, acrescentar a essência de hortelã, que tonifica
e enrijece.
Tratamento contra queda
de cabelos
Ingredientes: um maço
de agrião, um maço de capuchinha, sumo de 3 folhas de bálsamo, 2
colheres (sopa) de própolis, 4 colheres (sopa) de caulim (argila branca
medicinal), 2 colheres (sopa) de condicionador (opcional), 1 copo d'água.
Como fazer: Bater tudo
no liquidificador, até formar uma pasta. Colocar no cabelo e deixar
agir por uma ou duas horas.
Condicionador
Ingredientes: sumo de 5
folhas de babosa, mel, base concentrada para condicionador, óleo de
alecrim.
Como fazer: Abrir a
folha da babosa e retirar o sumo, sem deixar que partes da casca se
misturem a ele. Colocá-lo em uma panela, acrescentando uma parte igual
de água. Para cada 7 partes de água com babosa bem filtrada, adicionar
1 parte de base de condicionador. Deixar o conteúdo em fogo baixo até
que fique homogêneo. A seguir, retirá-lo do fogo, mexendo até
resfriar e, então, misturá-lo com 2 partes de mel e óleo de alecrim.
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Crie o seu ambiente com
as essências
Ambiente Balsâmico, para casos de sinusite, faringite e diversas afecções
respiratórias: eucalipto, pinheiro, tomilho ou alecrim
Ambiente relaxante e sedativo, para casos de nervosismo ou insônia:
alfazema ou laranjeira. Muito utilizado para as crianças muito
inquietas, com dificuldade para dormir.
Ambiente anti-séptico,
para prevenir os contágios em casos de gripe ou resfriados: tomilho, sálvia,
eucalipto ou canela.
Ambiente para afugentar
mosquitos e outros insetos: erva-cidreira ou cidrão.
Ambiente antifumo: cidrão,
gerânio silvestre, sassafrás ou alfazema.
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Fricções com essências
Fricção tonificante, que convém aplicar na parte da manhã, após uma
ducha fria: alecrim, limão ou pinheiro.
Fricção relaxante, a ser aplicada à noite, depois de uma ducha ou
banho quente: alfazema, manjericão, camomila ou laranja.
Fricção digestiva
sobre o estômago e o ventre, aplicada depois de cada refeição, para
evitar gases e as digestões difíceis: alcarávia, manjerona ou
alfazema.
Fricção respiratória sobre o peito e as costas, recomendada em caso
de resfriados, bronquite, asma e tosse catarral: pinheiro, eucalipto,
alfazema, alecrim ou cipreste.
Fricção antidolorosa
sobre as pernas ou as costas, para aliviar as dores musculares ou
articulares: alecrim, zimbro, pinheiro ou manjerona.
Fricção circulatória
para melhorar o retorno do sangue venoso, em caso de varizes, pernas
inchadas ou celulite: cipreste ou limão.
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Erva/Parte Usada/Método
Uso resumido
Abacateiro Folhas Infusão Diurético, combate ácido úrico
Agrião Folhas Suco Digestivo
Alcachofra Inflorescências/Raízes Infusão Disfunções hepáticas e
da vesícula, redução taxa de colesterol
Alcaçuz Raízes Decocção Diurético, expectorante, antiinflamatório,
anti-séptico
Alecrim Folhas Infusão Antidepressivo, contra dor de cabeça, digestivo
Alfazema Folhas Infusão Antiespasmódico, estimulante mental, tônico
do estômago
Algodoeiro Folhas Infusão Contra distúrbios menstruais, antiinflamatório
Alho Bulbo Infusão Antigripal, contra tosse e bronquites
Alho-Poró Bulbo Infusão Diurético, descongestiona as vias respiratórias
Amor-do-Campo Folhas Infusão Contra moléstias da bexiga, fígado e
rins
Anis (Erva Doce) Sementes Decocção Má digestão, antiespasmódico,
calmante, contra cólicas
Arnica Flores/Raízes Compressa Uso externo em traumatismos em geral
Arruda Flores/Folhas Infusão Dores Intestinais, abortiva
Artemísia Folhas/Flores/Raiz Decocção Tônico p/ circulação,
calmante, antiespasmódica, digestivo, contra cólicas menstruais
Assa-Peixe Folhas Infusão Contra Bronquite, tosse, resfriado, asma
Avenca Folhas Infusão Contra tosses, gripes, rouquidão
Babosa Folhas Suco Cicatrizante, tônico estomacal e capilar
Barbatimão Folhas/Casca Infusão/Decocção Antihemorrágico, antidiarréico,
anti-séptico
Bardana Folhas/Raízes Infusão Diurético, depurativo do sangue,
bactericida, cicatrizante
Boldo Folhas Infusão Digestivo, contra disfunções hepáticas,
antidiarréico, contra afecções hepáticas
Bucha Folhas/Ramos Infusão Distúrbios hepáticos, normalizar ciclo
menstrual
Calêndula Flores/Caule/Folhas Infusão Contra cólicas,dores de estômago,
resfriados e cólicas menstruais
Camomila Flores Infusão Sedativo, contra úlceras e tensão pré-menstrual
Cana do Brejo Folhas Infusão Diurético, depurativo, sudorífico,
emenagogo
Capim Limão Folhas Infusão Calmante, analgésico suave para cólicas
Capuchinha Folhas Infusão Diurética, anti-séptica, descongestionante
das vias respiratórias
Carqueja Haste Maceração Antiespasmódico, digestivo
Caruru Folhas Infusão Digestivo, diurético
Cáscara Sagrada Casca Decocção Laxante suave
Castanha da Índia Sementes Tintura Estimula a circulação sanguínea,
anti-hemorroidal
Catinga-de-Mulata Flores/Sementes Infusão Vermífugo, emenagoga
Cavalinha Caule Maceração Contra anemia e pressão alta
Chapéu de Couro Folhas Infusão Diurético, anti-reumático, depurativo
do sangue
Confrei Folhas Compressas Cicatrizante
Dente-de-Leão Folhas/Inflorescências Maceração Laxativo, contra má
digestão e afecções do fígado
Endro Folhas Infusão Contra cólicas intestinais em recém-nascidos e
prisão de ventre
Erva de Bicho Parte Aérea Compressas Uso externo em banhos para o
tratamento de hemorróidas, feridas e eczemas
Espinheira-Santa Folhas Infusão Contra úlcera e diurético
Eucalipto Folhas Infusão Anti-séptico, antifebril, anticatarral
Funcho Folhas Infusão Calmante, expectorante, contra azia
Gengibre Rizoma Maceração Antigripal, antiespasmódico, digestivo
Ginkgo-Biloba Folhas Tintura Estimula a circulação sanguínea,
antidepressivo, favorece a concentração e memória
Girassol Sementes Infusão Enxaquecas, estimulante físico e mental
Goiaba Folhas/Brotos Decocção Antidiarréico
Guaco Folhas Infusão Contra bronquite e tosse
Guaraná Fruto Pó Estimulante, antidepressivo, auxiliar nas doenças
gastro-intestinais
Hortelã Folhas Infusão Antiespasmódico, diurético, digestivo
Ipê Roxo Casca Decocção Estimulante do sistema imunológico e da
circulação sanguínea
Jurubeba Folhas/Caule/Raízes Infusão Diurético, digestivo,
cicatrizante
Laranjeira Folhas Infusão Calmante, antifebril
Limão Casca/Frutos Infusão Previne tosses, amidalite, inflamações e
desarranjos intestinais
Losna Folhas Infusão Contra anemia, disfunções hepáticas, má digestão
Louro Folhas Infusão Antiespasmódico
Malva Flores/Folhas Infusão Contra tosse
Mamona Folhas Compressa Antihemorroidal
Manjericão Folhas Infusão Relaxante, antigripal
Manjerona Folhas Infusão Antiespasmódica, expectorante
Maracujá Folhas Infusão Calmante, sedativo
Marapuama Caule/Raízes Decocção Contra esgotamento físico e mental,
cólicas menstruais, estimulante sexual
Melissa Folhas Infusão Calmante
Mil Folhas Folhas/Inflorescências Infusão/Compressa Cicatrizante,
analgésico
Mulungu Cascas Decocção Calmante, combate insônia, dores reumáticas
Orégano Folhas/Flores Infusão Má-digestão, diurético, expectorante
Pariparoba Folhas/Caule/Raízes Infusão/Decocção Digestivo,
antifebril, cicatrizante
Pata-de-Vaca Folhas Infusão Diurético, antidiabético
Pedra Hume Caá Folhas Infusão Diurético, auxiliar no tratamento da
diabetes
Picão Parte Aérea Infusão Antidiabético, inflamações da garganta
Poejo Folhas Infusão Digestivo
Quebra Pedra Toda a Planta Decocção Diurético
Romã Flores Infusão Contra inflamações de boca e garganta
Ruibarbo Folhas Infusão Estomáquico, estimulante da célula hepática
e funções intestinais
Sabugueiro Folhas/Flores/Casca Infusão/Decocção Sudorífico, diurético,
antifebril, cicatrizante
Salsa Folhas Decocção Antiespasmódico
Sálvia Folhas Infusão Estimulante da digestão
Segurelha Folhas Infusão Digestivo
Tanchagem Folhas Infusão Antidiarréico e depurativo
Tomilho Folhas Infusão Digestivo e regulador Intestinal
Urucum Sementes Decocção Anemia, má-circulação e impurezas do
sangue, hemorróidas
Uva-ursina Folhas Decocção Anti-séptico urinário
Valeriana Rizomas/Raízes Decocção Calmante, indicado para TPM, não
indicado para Grávidas
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Como Usar
As ervas podem ser
empregadas para combater inúmeros problemas, mas há algumas indicações
básicas para o seu bom uso. Em primeiro lugar, é preciso verificar se
elas estão com mofo pois, como todos os seres vivos, elas são formadas
principalmente de água, o que aumenta as chances de criarem mofo quando
armazenadas. Neste caso, devem ser desprezadas. Por isso, deve-se evitar
armazená-las em locais úmidos. Para conservar as ervas sem riscos,
elas devem ser guardadas em recipientes de vidro, lata ou porcelana,
nunca de plástico, separando-se as raízes, cascas e sementes das
flores e folhas.
A regra geral para a proporção de água e ervas é a seguinte: para
cada litro de água, quatro colheres de sopa de erva fresca ou duas
colheres de erva seca. Adultos devem tomar quatro a cinco xícaras de
preparação por dia; jovens, de três a quatro; crianças de dois a dez
anos, duas xícaras; de um a dois, de meia a uma xícara. Para
gargarejos, inalações, compressas e usos externos em geral, o chá
deve ser mais forte.
Os chás devem, de
preferência, ser preparados em utensílios de barro, louça ou cobre.
Veja, a seguir, os métodos mais usados na manipulação das ervas.
Infusão:
Colocar a planta em um
recipiente e sobre ele despejar água em início de ebulição, abafar e
deixar em repouso por no mínimo 10 minutos, e coar antes do uso. É
importante abafar, principalmente quando se utilizam folhas e flores,
para evitar que percam suas propriedades medicinais.
Decocção:
Colocar a erva em um
recipiente esmaltado ou de vidro, com água fria e ferver por 10 a 15
minutos (dependendo do quão dura seja a parte utilizada). Deixe
repousar por 10 minutos em um recipiente bem tampado, coando após este
tempo. Este método é indicado para sementes, cascas de árvores e
frutas que são consideradas duras.
Maceração:
Escolher a erva e lavar
em água corrente as partes que serão utilizadas. Deixar a erva de
molho em uma substância fria, que pode ser água, leite, vinho, etc,
por um período mínimo de 12 horas, para que ela possa desprender seu
princípio ativo no líquido. Nesse método, as vitaminas e sais
minerais são melhor preservados.
Tintura:
A partir da maceração,
é possível fazer tinturas de quase todas as ervas. A diferença está
na preparação feita com álcool, ao invés de água. Deixa-se as
partes vegetais frescas ou secas, grosseiramente trituradas, mergulhadas
em álcool de cereais durante 15 a 20 dias. Após este período, filtrar
e guardar em recipientes de vidro escuro, ao abrigo da luz.
Xarope:
Preparar o chá de
plantas, abafado ou cozido, e espessar com açúcar ou mel, fervendo até
atingir o ponto de fio. Deve ser preparado em pequena quantidade,
guardado em frasco bem limpo e escuro e conservado em geladeira. Útil
no tratamento de tosse e bronquite.
Inalação:
Derramar água fervente
sobre a planta medicinal, num recipiente que permita à pessoa, com a
cabeça coberta, aspirar o vapor desprendido.
Cataplasma:
Trata-se de envolver a
parte lesada do corpo com um tipo de massa, feita de farinha e o chá da
planta medicinal escolhida, geralmente quente. Para não machucar ou
irritar ainda mais o ferimento, é aplicada sobre a pele entre dois
panos finos.
Pomada:
Misturar partes iguais
das tinturas da ervas medicinais desejadas, com vaselina e lanolina
(nesta ordem). Pode durar de um a dois anos. É preciso, entretanto,
tomar o cuidado de manipular este produto sempre com uma espátula,
evitando o contato com as mãos, que podem carregar impurezas externas,
que sem querer acabam por contaminar a pomada.
Loção:
Colocar uma xícara das
de chá, contendo o infuso ou cozimento da erva escolhida, e adicionar
1/4 de álcool. O seu uso é recomendado em banhos e compressas locais
para limpeza e tratamento de feridas, coceiras, afecções da pele e do
couro cabeludo. Agitar sempre que for utilizar este produto.
Banhos:
Chás fortes para serem
misturados à água do banho.
Suco:
Usar a planta fresca
triturada com água no liquidificador, deixar descansar por 5 minutos e
coar.
Os chás
podem ser tomados
quentes, no caso de resfriados e bronquites; mornos para insônia e como
calmantes; e frios ou gelados para problemas estomacais ou diarréias.
O efeito de um chá é
maior quando ele é tomado em jejum ou antes do sono. Não deixe
colheres dentro do líquido, nem reaproveite-o no dia seguinte: de um
dia para o outro ele fermenta.
Quando Colher
Partes - Época da Colheita
Talos e Folhas
Antes da planta
florescer
Flores
Quando começa a
florada
Frutos e Sementes
Quando maduros
Raiz
Quando a planta já for
adulta
Casca e Entre Casca
Quando a planta estiver
florida
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INDICE
A
ABACATEIRO Diurética,
Cálculos Renais, Fígado, Rins e Bexiga.
ABUTUA: COCULOS Cálculos Renais, Cólicas Uterinas e Fígado.
AÇAFRÃO Ajuda a purificar o sangue, controla resfriados e alivia
hemorróidas.
AGONIADA Inflamação do Útero, Ovários e Menstruaç ões Difíceis.
ALCAÇUZ Bronquite, Tosse, Laringite e Ronquidão.
ALCACHOFRA Diminui o Colesterol, Digestivo e Hepático.
ALECRIM Estimulante, Circulatório, Tônico Capilar e Inalaç ão.
ALECRIM DO CAMPO Tônico, Vias Respiratórias e Banhos Relaxantes.
ALFAFA Baixa Colesterol, Osteoporose, Raquitismo e Relaxante.
ALFAVACA Rins, Prisão de Ventre, Alfas, Bronquites e Gripes Fortes.
ALFAZEMA Calmante, Asma, Renite e Analgésica nas Dores.
ALGODOEIRO Hemorragia Uterina, Regras Profusas e Reumatismo.
ALHO É usado no tratamento dos sistemas: digestivo, respiratório,
nervoso, circulatório (purifica o sangue e reduz o colesterol) e
reprodutivo. É um poderoso afrodisíaco, estimulante e desintoxicante.
Por ser bom para aumentar a produção do sêmem, é estimulante e tem
um efeito sobre o sistema reprodutivo, não sendo aconselhável para
praticantes de yoga.
AMOR DO CAMPO Afecções das Vias Urinárias, Rins e Prostatite.
AMEIXA (FOLHAS) Prisão de Ventre, Laxativo Médio e Azia.
ANGÉLICA Cólica, Gases, Digestiva, Nevralgias e Enxaqueca.
ANGICO Diarréia, Disenteria, Gripes. Externo: Lavagens e Gargarejos.
ANIS ESTRELADO Relaxante, Insônia e Gases (Infantil e Adulto).
ANISE OU DILL Estimulam o apetite, ajudam na digestão e recomenda-se
para as lactantes por ter propriedade de aumentar a produção do leite.
APERTA RUÃO Mau Hálito, Fígado, Diarréia e Hemorragias.
AQUILEIA (MIL FOLHAS) Analgésica, Febrifurga e Bactericida.
ARNICA Anti-Inflamatória, Reumatismo, Artrite, Artrose e Dores.
ARUEIRA Diurética, Ciática. Externo: Furúnculos, Confusões e Icterícia.
ARRUDA Amenorréia. Externo: Varizes Flebites, Abcessos e Erisipela.
ARTEMISIA Nevralgia, Cólica Menstrual, Vermes e Circulatória.
ASSA PEIXE Expectorante, Tosse, Resfriados, Diurético e Cicatrizes.
ASSA FÉTIDA Poderoso agente digestivo, que limpa a flora intestinal
destruindo vermes.
AVENCA Afecções Catarrais, Bronquite, Tosse e Laringite.
B
BÁLSAMO Incontinência
Urinária, Expectorante. Externo: Afecções da Pele.
BAN CHÁ Desintoxicante, Digestivo, Colesterol e Emagrecedor.
BARBATIMÃO Gastrite, Úlceras. Externo:Cicatrizes e Lavagem Íntima. Não
utilizar quando gestante, devido seu processo abortivo.
BARDANA Desintoxicante, Depurativo, Cicatrizante e Colesterol.
BATATA DE PURGA Laxativo Energético e Depurativo.
BETULA Gota, Colesterol, Triglicérides, Ácido Úrico e Dores.
BOLDO DO CHILE Hepatoprotetor, Fígado, Pâncreas e Vesícula.
BUCHINHA DO NORTE É uma erva perigosa, não é aconselhável sua
utilizaç ão em nenhum caso. Abortiva
BUGRE CONGONHA Ácido Úrico, Gota, Depurativo e Emagrecedor.
C
CABREÚVA Diabetes,
Reumatismo, Coluna, Gota e Contusões.
CACTOS Cardiotônico, Contra Palpitações e Síndromes Cardíacas.
CAJUREIRO Diabetes, Colesterol, Triglicérides e Depurativo.
CALÊNDULA Cicatrizante, Calos, Verrugas, Frieiras e Manchas.
CAMBARÁ Expectorantes, Balsâmico, Tosse e Gripes.
CAMBUÍ Anti-Emorrágico, é usado nas vias respiratórias.
CAMOMILA Estomacal, nas Cólicas das Crianças e Enxaquecas.
CANA DO BREJO Diurético, Anti- Inflamatório, Cistite e Próstata.
CANELA EM PAU Regula a circulação sangüínea, atividades do aparelho
digestivo, respiratório e dos rins. Usado em tratamento de dor de
dentes, tensão muscular, dores de garganta, sinusite, laringite, etc...
é bom expectorante, analgésico e desintoxicante.
CAPIM CIDRÃO (ERVA CIDREIRA) Trata Insônia, Agonia e Palpitaçães.
CAPIM ROSÁRIO Depurativo das Vias Urinárias.
CARAPIRA Afrodisíaco e Irregularidade do Fluxo Menstrual.
CARDAMOMO Estimula a mente e o coração, dando claridade de visão e
uma disposição alegre. Regula a quantidade de ácido no estômago e
ajuda para vômitos e tosse. Desintoxica a cafeína no café e chá.
CARDO SANTO Febrífugo, Coqueluche, Asma, Bronquite e Estomacal.
CARQUEJA DOCE Hemaprotetora, Digestiva, Diurética e Emagrecedora.
CARQUEJA AMARGA Depurativa, Emagrecedora, Colesterol e Diabetes.
CARRAPICHO Dores Lombares, Males da Bexiga e Rins.
CAROBINHA Depurativa, Anti-Alérgica, Disenteria e Prostatite.
CARVALHO CASCA Depurativo, Cicatrizante e Uso Interno e Externo.
CASCARA SAGRADA Laxativo, Emagrecedora, trata a Bíles e o Baço.
CASCA D’ANTA-ABÓBORA Anemia, Fraqueza Digestiva e Vômitos.
CASCA DE IMBURANA Balsâmica das Vias Respiratórias e Colites.
CASCA DE LARANJA Relaxante, Digestiva e Aromática.
CASTANHA DA ÍNDIA Má Circulação, Flebite, Hemorróidas e Varizes.
CATINGA DE MULATA Artrite, Artrose, Gota. Externo: Psoríase e Piolhos.
CATINGUEIRA Depurativo, Afrodisíaco. Externo: Eczema, Impingem e
Erisipela.
CATUABA Energético, Falta de Memória e Afrodisíaco.
CAVALINHA Diurético, Ácido Úrico, Circulação, Hipertensão e Rins.
CEDRO Febre Alta, Disenterias e Fraqueza Orgânica.
CENTAUREA(FEL DA TERRA) Inapetência, Estômago, Febre Alta e Hepatite.
CENTELLA ASIÁTICA Celulite, Gordura Localizada e Circulatória.
CHÁ PRETO Estimulante, Digestivo e Tônico.
CHÁPEU DE COURO Depurativo, Colesterol, Diabetes, Gota e Ácido Úrico.
CHÁPEU DE NAPOLEÃO (AGUAÍ) Semente Energética. Uso Externo
Comprovado.
CINCO PLANTAS Espécies Diuréticas.
CIPESTRE Disenteria, Corrimento. Externo: Feridas, Úlceras e Verrugas.
CIPÓ AZOUGUE Depurativo, Eczemas, Feridas, Furúnculos e Herpes.
CIPÓ CABELUDO Cistite, Nefrite, Uretrite, Não elimina a Albumina.
CIPÓ CABOCLO Orquite, Hemorróidas, Flebites e Erisipela.
CIPÓ CRAVO Estomacal, Gastrite, Azia e Gases.
CIPÓ CRUZ Reumatismo, Diabetes, Ácido e Inchaço.
CIPÓ CRUZEIRO Reumatismo, Artrose, Coluna e Tendinite.
CIPÓ PRATA Areias e Cálculos de Rins e Bexigas, Dores.
CIPÓ SUMA Depurativo, Furúnculos, Acne, Eczema e Afecções Mucosas.
COENTRO (GRÃO) O suco é um remédio formidável para febre, alergias,
gases, indigestão, náuseas, vômitos, desordem da pele, etc.
COMINHO É bom para o tratamento da diarréia, disenteria, dores do abdômem,
etc ...
CORONHA (OLHO DE BOI) Externo: Sementes Energéticas para Hipertensão.
CRAVO DA ÍNDIA Afrodisíaco moderado, estimula as atividades do estômago,
promove a digestão, eficaz nos resfriados asmáticos, rejuvenecedor e
purifica o sangue. O óleo é poderoso analgésico e alivia a dor de
dente.
CURCUMÃ Fígado, Vias Urinárias, Icterícia e Bronquite.
D
DAMIANA Incontinência
Urinária, Impotência, Tônica e Estimulante.
DENTE DE LEÃO Depurativo, Desintoxicante e Laxante Brando.
DOURADINHA Diurética, Depurativo, Afecções Cutâneas e Ácido Úrico.
E
ENDRO DILL Cólicas,
Calmante Leve e aumenta o leite materno.
ERVA BALLEIRA Reumatismo, Artrite, Artrose e Dores Musculares.
ERVA DE BICHO Tratamento de Hemorróidas e Úlceras. Uso Interno e
Externo.
ERVA DOCE Gases Intestinais, Cólicas e Estimulante.
ERVA PASSARINHO Moléstias Pulmonares. Externo: Eczemas e Sarna.
ERVA SANTA MARIA Vermífuga, Parasitas Intestinais e Laxativo.
ERVA SÃO JOÃO(MENTRASTO) Anti-Depressivo e Males da Menopausa.
ERVA TOSTÃO (PEGA PINTO) Afecções Urinárias, Fígado e Baço.
ESPINHEIRA SANTA Gastrite, Úlcera e Calmante das Paredes Estomacais.
ESTIGMA DE MILHO Hidratante dos Rins e Cólica Renal.
EUCALIPTO Desinfetante das Vias Respiratórias e Balsâmico.
F
FAVA DE SANTO INÁCIO (GENGIROBA)
Icterícia, Hepatite e Purgante.
FEDEGOSO Laxante, Depurativo. Externo: Afecções da Pele.
FEIJÃO GUANDU Diabetes, Depurativa. Externo: Cicatrizante.
FENO GREGO Diabetes, Digestivo e Laxante Brando.
FUCUS VESICULOSOS Disfunção da Tireóide, Vesícula e Obesidade.
FUNCHO Gases, Digestivo e Laxante.
G
GARRA DO DIABO
Reumatismo Sangüíneo, Esporão, Gota e Desintoxicante.
GENCIANA Fraqueza Orgânica, Anemia, Tônica e Estimulante de Apetite.
GERGELIM Rejuvenescedor, fortalece as articulações, é usado para
solidificar as fezes nos casos de diarréia. As sementes pretas são
boas para os dentes e ossos porque contêm maior quantidade de energia
solar. O óleo também tem o mesmo efeito e é usado para enemas,
massagens no corpo e também para frituras.
GERVÃO Tônico Estomacal, Fígado, Pâncreas e Depurativo.
GENGIBRE Asma, Bronquite, Ronquidão e Colesterol.
GINKO BILOBA Atua nos Radicais Livres e Oxigenaç ão Celebral.
GOIABEIRA Combate a Diarréia e Afecç ão da Garganta.
GRAVIOLA Diabetes, Colesterol e Emagrecimento.
GUACO Expectorante, Tosse, Bronquite e Resfriados.
GUARANÁ Estimulante Físico e Mental.
GUASSATONGA Gastrite, Úlcera, Depurativo e Cicatrizante.
H
HAMAMELIS Favorece a
Circulação, Varizes, Trombose e Hemorróidas.
HORTELÃ Espasmos, Náuseas, Azia, Relaxante e Dispepsia Nervosa.
HA BU (SEMENTES) Diuréticas, Laxativas e Depurativas.
HISSOPÓ Afecções Respiratórias, Doenças Pulmonares e Expectorante.
I
IMBURANA (SEMENTES) Tônica,
Gastrite, Tosse, Expectorante e Asma.
IPECACUANHA Disenteria, Catarros do Pulmão, Bexiga e Garganta.
IPÊ ROXO (PAU D’ARCO) Arteriosclerose, Fortifica o sangue e Úlceras.
J
JAMBO Enxaqueca, Prisão
de Ventre e Diabetes.
JAMBOLÃO Eficaz no tratamento da Diabetes.
JAPECANGA Depurativo, Diurético, Sífilis e Reumatismo.
JASMIM (FOLHAS) Digestivo, Alcoolismo, Cardiotônico e Circulatório.
JASMIM (FLOR) Relaxante, Digestivo e Insônia.
JATOBÁ Balsâmico, Bronquite, Laringite e Orquite.
JARRINHA Nevralgias, Dores Musculares e Artificiais Estimulantes.
JEQUITIBÁ Externo: Gargarejos, Aftas, Angina e Amigdalites.
JOÃO DA COSTA Calores da Menopausa, Trata o Útero e Ovários.
JUÁ Saponáceo Natural, Anti-Caspa ( Uso Externo).
JUREMA PRETA Hepatoprotetor, Vesícula, Pâncreas, Baço e Intestinos.
JURUBEBA Hepatoprotetor, Vesícula, Pâncreas, Baço e Intestinos.
K
KUMELL Diuréticos, Cólicas
e Estomacal.
L
LEVANTE Febres, Congestão
Nasal e Expectorante.
LIMÃO BRAVO Friagem, Tosse, Bronquite e Resfriados.
LINHAÇA Laxante Brando, Gases e Intestinais.
LOBELIA Desinfetante das Vias Respiratórias e Tabagismo.
LOSNA Falta de Apetite, Diabetes, Fígado, Pâncreas e Bílis.
LOTUS Emoliente Catarral, Anti-Tossígeno, Renite e Laringite.
LOURO Amenorréia, Nevralgia, Cólicas Estomacais e Menstruais.
LÚPULO Anti-Depressivo, Calmante e Insônia Crônica.
M
MAÇÃ Digestivo,
Relaxante e Debilidade Estomacal.
MACELA Anti-Diarréia, Fígado, Pâncreas, Colite e Vesícula.
MALVA BRANCA Gengivite, Garganta, Obcessos e Desinfetante.
MAMICA DE CADELA Dores de Dente e Ouvido. Externo: Vitiligo.
MANJERICÃO Anti-Inflamatório, Garganta, Tosse e Digestivo.
MARACUJÁ Calmante, Sedativo Leve, Insônia e Alcoolismo.
MARAPUAMA Tônico Nervino, Afrodisíaco e Impotência Sexual.
MARIA PRETA (ERVA MOURA) Externo: Escarlatina e Irritações da Pele.
MATE Tônico Celebral, Estimulante Digestivo e Diurético.
MELÃO DE SÃO CAETANO Regulariza o Fluxo Menstrual. Externo: Piolhos.
MELISSA (ERVA CIDREIRA) Cardiotônica, Calmante e Gastrite Crônica.
MENTRUZ (MASTRUÇO) Fortalecedor Pulmonar, gastrite e cicatrizante.
MENTA Digestivo, Espamos e Cálculos Biliares.
MIL HOMENS Afecções das Vias Urinárias, Prostatite e Diurético.
MOSTARDA Possui propriedades analgésicas, alivia a congestão e
neutraliza as toxinas. O óleo é utilizado para massagens, alivia
problemas musculares e é bom para a pele.
MULUNGU Sedativo, Insônia Crônica, Alcoolismo e Asma.
MUTUAMBA Afecções do Couro Cabeludo e Queda de Cabelo.
N
NOZ DE COLA Debilidade
Física, Mental e Sexual, e Estimulante.
NOGUEIRA Útero, Bexiga e Inflamaç ões dos Ovários.
NOZ MOSCADA Estomacal, Cólicas, Arrotos, Soluços e Hipertensão.
NÓ DE CACHORRO Estimulante Geral e Afrodisíaco.
O
OLIVEIRA Regula
Intestinos e Pressão Arterial.
ORÉGANO (SEMENTES) Para a tosse e também é usado para reduzir o
efeito dos alimentos que ` provocam problemas gástricos.
P
PACOVA Vermífugo,
trata Gastralgia e Estômago.
PALMA CRISTI Emoliente do Intestino e ajuda no Emagrecimento.
PANACÉIA Depurativo, Afecções da Pele, Sífilis e Diurético.
PARA TUDO Reconstituinte Digestivo e Evacuações Sanguinolentas.
PARIETERIA Cálculos Renais e Retenção Urinária.
PARIPAROBA Fígado, Vesícula, Baço, Gastralgia e Azia.
PARREIRA BRAVA Males do Fígado e Digestão, Reumatismo e Cólicas.
PAU D’ALHO Externo:Abcessos, Úlceras, Hemorróidas e Ferimentos.
PAU FERRO Diabetes, diminuindo o volume de urina e sede.
PAU PEREIRA Digestão Difícil, Estomacal e Prisão de Ventre.
PAU SANTO-GUAICO Forte Depurativo, Catarros Crônicos e Gota.
PAU TENENTE QUASSIA Hepatoprotetor, pxiuridos e Diabete.
PATA DE VACA Diabete, Depurativa e DiurÉtica.
PEDRA HUME KAA-(INSULINA VEGETAL) Eficaz no tratamento da diabete.
PEROBA Trata Epilepsia, Histeria, Asma e Coqueluche.
PFAFFIA PANIC (GING SENG) Energético, Colesterol e Diabete.
PICÃO Icterícia, Hepatite, Boca Amarga e Alergias. Uso Interno e
Externo.
PIMENTA DE MACACO Digestiva e Afrodisíaca.
PIMENTA DO REINO Poderoso estimulante digestivo, destrói toxinas e
ajuda a digestão. Também é usado para tratamentos de sinusite,
resfriado, dores de cabeça, constipação, gases, perda de apetite,
entre outras.
PITANGA Febre, Ácido Úrico, Diabete e Colesterol.
PIXURI Usados nos Parasitas e Derrames. Externo: Picada de Insetos.
POEJO Expectorante, Gripes, Resfriados, Tosse Crônica e Asma.
PULMONÁRIA Trata pneumonia, tuberculose e efizemapulmonar.
PULSATILA Corrige o Fluxo Menstrual e Cólica.
POMÃ (CASCA) Afecções da Laringe, Faringe e Cicatrizante.
Q
QUEBRA PEDRA Cálculos
Renais, Dores Lombares, Próstata e Cistite.
QUINA QUINA Tônico Amargo, hepatoprotetor, anti- diabete. Externo:
Queda de cabelo.
QUIXABA Cisto de Ovários, Inflamações Uterinas e Corrimento.
R
ROSA BRANCA Inflamações
Uterinas e Rins. Externo: Banhos.
ROSA RUBRA Externo: Trata Mucosas, Olhos e Úlceras.
ROSELLA (HIBISCUS) Anti-Febril, Digestivo e Relaxante.
RUBI Ácido Úrico, Reumatismo e Anti- Hemorrágico.
RUIBARBO Vermífugo, Laxativo e Adstringente.
S
SABUGUEIRO (FLOR)
Febre, Resfriados, Catapora e Sarampo.
SACO SACO (ARARUAMA) Ovário e Útero. Externo: Corrimento.
SAIÃO Feridas, Úlceras, Frieiras, Queimaduras e Calos.
SALVIA Tônico Mental, eficaz Digestivo e nos Males da Menopausa.
SALSAPARRILHA Altamente Depurativo, Colesterol, Ácido Úrico e Acne.
SAMAMBAIA Dores Reumáticas, Artrite e Gripes Fortes.
SAPÊ Retenção Urinário e Fígado. Externo: Dentição de Neném.
SASSAFRAZ Depurativo, Dores Artríticas e Inchaços.
SENE (FOLHAS- FOLÍCULOS) Laxativo, Regulador Intestinal e Obesidade.
SETE SANGRIAS Depurativo, Hipotensor e colesterol.
STEVIA (ADOÇANTE NATURAL) Adoça 300 Vezes mais que açúcar. Para diabéticos
(Comprovado)
SUCUPIRA (SEMENTES) Reumatismo Agudo, Osteoporose e Laringe.
T
TANCHAGEM Gargarejos,
Gengivite e Purufica o Sangue.
TUYA (CABEÇA DE NEGRO) Psioríase, Erisipela. Uso Interno e Externo.
TILIA Anti-Depressivo, Espasmódico e Calmante.
TIRIRICA Diurética, Depurativa e Diabete.
TOMILHO Tônico Estomacal e Desinfetante das Vias Respiratórias.
U
UMBAUBA Diabete,
Bronquite e Tosse.
UNHA DE GATO Depurativa, Febre Alta e Convalescência.
UNHA DE VACA Diurética, Diabete e Depurativa.
URTIGA Regula Menstruação. Externo:Irritações e Corrimentos.
URUCUM Anemia, Cardiotônica, Colesterol. Externo: Bronzeador Natural.
UVA URSI (URSINA) Areia de Rins e Bexiga, Ácido Úrico e Próstata.
V
VALERIANA Calmante, Insônia,
Stress e Labirintite.
VELAME DO CAMPO Escrofulosa, Gânglios, Eczemas e Depurativa.
VERBASCO Bronquite, Catarros Crônicos, Artrite e Hemorróidas.
VERBANA Hepatoproterora, Enxaqueca, Digestiva e Relaxante.
Z
ZEDOARIA Gastralgias,
Estomatites e Úlceras.
ZIMBRO Anti-Séptica das Vias Urinárias, Cálculos Renais e Febres.