CONTROLE BIOLÓGICO NA PRODUÇÃO ANIMAL

 

Roy Fuller, renomado cientista inglês e autor do Probiotics The Scientific Basis, demonstrou em documentário apresentado na TV Escola Canal 7 do Rio de Janeiro (parabólica), que os modelos sócio-econômicos e especialmente a produção animal e vegetal que prevalecem em nosso Planeta, estão levando a humanidade para auto- destruição. O documentário mostra os grandes desafios que estamos enfrentando e ao mesmo tempo apresentou comunidades em diversas regiões do Planeta, vivendo em harmonia com a natureza, adotando tecnologias auto-sustentáveis, sem uso de petróleo como combustível, sem inseticidas e adubos químicos, herbicidas, antibióticos e hormônios sintéticos.

 

Cientistas do Grupo Union of Concerned Scientists, de Cambridge, Massachusetts, calculam que nos Estados Unidos, cerca de 13 mil toneladas, ou 13 milhões de quilogramas de antibióticos, são dadas ao gado sadio anualmente com objetivos como promover o crescimento. Na década de 80 este número era 8 mil toneladas, ou 8 milhões de quilos. Os norte americanos também querem se livrar dos antibióticos, inseticidas, adubos e hormônios. ( Texto completo disponível em nosso site www.lamorim.com.br/boletins.htm  com o título: Cientistas americanos advertem!  Divulgação da CNN).

O volume de inseticidas e adubos químicos, herbicidas, antibióticos e hormônios sintéticos utilizados no Brasil precisa ser levantado. ( Certamente fará inveja aos americanos ).

 

A Alemanha pretende trocar a agropecuária convencional, que provocou doença  da  vaca  louca pela produção natural.

A Alemanha deu as costas para os métodos de produção agropecuária - que provocaram o surgimento da doença da vaca louca na   Europa - e anunciou uma revolução orgânica na agricultura e na criação   de animais no país.

Em um golpe contra o poderoso lobby agropecuário, o chanceler (premiê) Gerhard Schroeder deu a uma das líderes dos Verdes (partido da coalizão governista), Renate Kunast, a tarefa de reformar o Ministério da Agricultura. Kunast, 44, uma ex-ativista antinuclear, assume o lugar do ex-ministro Karl-Heinz, um produtor de leite que foi obrigado a renunciar na terça-feira por causa da confirmação de dez casos de vaca louca nos rebanhos do país. ( Veja texto completo em Boletins do nosso site ).

Comércio de agrotóxico cresce 21,6%

A agricultura brasileira passou a utilizar mais fertilizantes e agrotóxicos. De acordo com o IBGE, a quantidade de fertilizantes comercializada por área plantada cresceu 85,5% de 1992 a 2000. O uso de agrotóxicos também subiu: 21,6% de 1997 a 2000. O dado mais preocupante da pesquisa é justamente aquele que o IBGE não conseguiu aferir: não se sabe, em nível nacional, em que escala o produto que chega à mesa do consumidor está contaminado pelo uso errado dos pesticidas e fertilizantes. No caso dos fertilizantes, a principal preocupação é com os impactos ambientais dos produtos no ecossistema agrícola. O uso excessivo pode causar acidificação dos solos, contaminação de reservatórios de água e eutrofização (excesso de nutrientes na água, que provoca o crescimento exagerado de organismos como algas). Em 1992, foram comercializados 69,44 kg de fertilizantes por hectare. Em 2000, essa quantidade cresceu para 128,83 kg/ha. No caso dos agrotóxicos, o período analisado foi de 1997, quando a quantidade era de 2,27 kg/ha, a 2000, quando esse número subiu para 2,76 kg/ha. O aumento da utilização dos defensivos agrícolas nem sempre é controlado pelos Estados. No ano passado, por exemplo, a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia implementou um sistema de monitoramento do uso do agrotóxico e análise dos produtos comercializados para o consumidor. "A situação era preocupante. Quando iniciamos as visitas a agricultores cujos produtos tiveram alto índice de contaminação, vimos trabalhadores com os pés no agrotóxico, jogando o produto em tomates que, dois ou três dias depois, iriam direto para as centrais de abastecimento", diz José Alberto Lira, diretor da agência. (Fonte: Jornal Folha de São Paulo, quinta-feira, 20 de junho de 2002).

As pessoas evitam pegar latas amassadas da prateleira dos supermercados, mas não se preocupam com a dose de veneno que ingerem diariamente, até com o nosso pão de cada dia. São 2.300 tipos de agrotóxicos definidos em 270 espécies de culturas, incluindo aí o pasto dos animais que fornecem carne e leite, afirma a professora Sílvia Tandella Dantas, especialista em Embalagem do Ital ( Instituto de Tecnologia de Alimentos ), que falou na Cientec - Feira de Tecnologia da Unicamp, em Campinas-SP. ( Texto completo disponível em nosso site www.lamorim.com.br/boletins.htm  com o título: Veneno nos alimentos ).

 

O Plano Nacional de Controle de Resíduos Biológicos do Ministério da Agricultura (PNCRB) em publicação do Diário Oficial da União Nº 174 refere-se a portaria nº 110 de 26 de agosto de 1.996, confirma que a presença de resíduos de antibióticos, inseticidas e hormônios, apresentava índices alarmantes nos produtos oriundos de estabelecimentos fiscalizados pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF). Dessa época para hoje, você mudou o modo de tratar seus animais? Você está usando menos ou mais antibióticos, inseticidas e adubos químicos na sua produção animal?

 

De acordo com o Dr. José Carlos Zaparoli, do Hospital do Câncer de Barretos, a cada ano, 80 pessoas em cada grupo de 100.000 habitantes, descobrem que estão com câncer, sendo que uma parcela significativa das causas está relacionada com agrotóxicos.

 

  O QUE FAZER PARA MUDAR ESTA TENDÊNCIA?

 

Todos nós que fazemos parte da cadeia produtiva animal, devemos sinalizar para toda sociedade e dar a prova do nosso interesse, assumindo a nossa parcela de responsabilidade e contribuição para superarmos estes desafios, produzindo animais e vegetais orgânicos.

 

Paralelamente  precisamos desenvolver um  trabalho de conscientização da população brasileira sobre a importância da produção e consumo de produtos orgânicos.

 

Este trabalho  precisa ser focado de forma universal.

Quero dizer com isso que não podemos nos esquecer de preparar os educadores de todos os níveis, desde a pré-escola até os cursos de pós-graduação e mestrado.

 

Nesse sentido, deveria ser criada uma nova disciplina nas escolas de todos os níveis,  onde se ensinaria o que é um produto orgânico e nos cursos próprios,  como produzir produtos orgânicos vegetais e animais, visando desmistificar o boi verde, criado em pastos com adubos químicos,  inseticidas, antibióticos  e hormônios.

 

Nas Universidades, deverão ser criados Cursos de Pós Graduação e Mestrado em produção orgânica.

 

Incentivos para as empresas que produzem insumos para a  produção orgânica, tanto a nível fiscal como facilidades de acesso ao crédito.

 

Incentivos fiscais e facilidades de acesso ao crédito para financiar programas de difusão tecnológica direcionados a  produção orgânica para todas  as Empresas de Consultoria e Assistência Técnica em produção orgânica.

 

Incentivar as Prefeituras a adotarem programas de difusão de tecnologias de produção animal e vegetal orgânico, primeiro para atender a população local e depois para exportação.

QUEM DEVE  E PODE  PAGAR A CONTA?

 

Devemos propor ao Governo Federal medidas para destinar para os Hospitais, Ambulatórios e AVCCs com atendimento especializado no tratamento e prevenção do câncer, uma parcela do IMPOSTO arrecadado das empresas que fabricam e comercializam INSETICIDAS,  ADUBOS QUÍMICOS E ANTIBIÓTICOS para ração animal, BEBIDAS ALCOÓLICAS E TODOS OS PRODUTOS DE TABACO, bem como dos Produtores de vegetais e animais que não sejam orgânicos, inclusive dos Frigoríficos sobre animais abatidos não orgânicos. 

Outra alternativa que poderia ser estudada seria estabelecer um incentivo fiscal sobre as doações dessas empresas para as entidades envolvidas.

Não fosse a já exagerada carga tributária, o caminho natural seria agravar os impostos sobre os lucros  destas Empresas em benefício dos que estão em tratamento dessa doença. Temos o exemplo da política compensatória sobre as serrarias que continuam devastando as florestas e agredindo o meio ambiente e são obrigadas a plantar árvores proporcionalmente ao volume de madeira processada. Certamente os legisladores encontrarão outras motivações sobre outros segmentos que devem ajudar a pagar a conta.

 

  COMO PODEREMOS  REVERTER ESTA TENDÊNCIA?

 

A L. Amorim  completou no mês de junho/2.002, 17 anos dedicados ao desenvolvimento e fabricação de  produtos que atendem as necessidades animais dos Produtores interessados na produção animal natural e queiram iniciar o  processo de transição para produção orgânica.  

 

As tecnologias desenvolvidas  por L. AMORIM, resultaram na produção de  um composto biológico com características exclusivas, à base de microorganismos benéficos indicados  para uso na alimentação dos animais,  possibilitando a produção auto-sustentável  com qualidade total ( QT ).

 

O uso dos microorganismos benéficos (não/OGM) produzidos por L. AMORIM para uso na produção animal orgânico  estão previstos na Instrução Normativa nº 07 de 17 de maio de

1.999 do Ministério da Agricultura e permitido por todas as Certificadoras ( AAO , ABIO, ANC, COOLMEIA, IBD E OIA-BRASIL) atualmente atuando no Brasil.

 

A referida Instrução Normativa dispõe sobre as normas de produção, tipificação, processamento, envase, distribuição, identificação e certificação de qualidade para os produtos orgânicos vegetais e animais.

 

Os microorganismos benéficos utilizados em todos os sistemas e espécies  de produção animal  são chamados de Probióticos ( que significam a favor da vida ) ou Poliprobióticos quando apresentados em compostos obtidos por culturas múltiplas de microorganismos específicos ou associações de culturas puras.

 

Nos fins dos anos 40, o interesse pela microbiota digestiva foi estimulado pela descoberta dos antibióticos como promotores de crescimento. O desejo de conhecer os mecanismos de ação conduziu ao aumento desses estudos, ocasião em que foram isolados 1.016 organismos vivos e identificados os mais importantes para os processos digestivos e seus efeitos sobre o hospedeiro.

 

Parker, em 1.974, definiu Probiótico como sendo um preparado composto por microorganismos destinados a suplementação de dietas, com o objetivo de contribuir para o balanço microbiano digestivo.

Mais tarde, em 1.989, modificou para: Um suplemento alimentar microbiano vivo que afeta beneficamente o animal hospedeiro pela melhora do balanço microbiano digestivo.

 

Objetivamente, Probiótico significa concentrado de um ou mais microorganismos benéficos, obtidos por cultura pura ou mista.

 

A introdução de Probiótico no Brasil para uso ANIMAL, data de 1.970 com as primeiras importações de Probióticos oriundos da França.

 

Desde esta época, temos verificado em inúmeros trabalhos de pesquisa realizados no Brasil, que os Pesquisadores tem equivocadamente se preocupado em observar se o uso dos Probióticos possibilitam maior ganho de peso comparativamente com os antibióticos, monensinas e lasalocidas, em detrimento de outros ganhos de qualidade e produtividade.

  

Comprovamos também que a  utilização de Probióticos compostos por uma ou mais combinações de microorganismos obtidos por culturas puras, tem se mostrado ineficaz não só em relação ao ganho de peso, mas também em relação a enfrentar o conjunto de  diferentes desafios que se apresentam nas várias espécies e formas de criação animal.

 

Nossa conclusão é que esses Probióticos contribuem em situações específicas e, portanto, de forma limitada nos processos digestivos, uma vez que dependem das interações com outros microorganismos e enzimas, nem sempre presentes em níveis adequados no trato digestivo animal.

 

Este fato nos parece indicar um dos fatores responsáveis pela diversidade de resultados constatados nos trabalhos analisados.

 

A partir desses dados e com base nas publicações de Roy Fuller (Probiotics The Scientific Basis), concluímos que deveríamos produzir suplementos biológicos mais completos, o que resultou no desenvolvimento do POLIPROBIÓTICO com um mínimo de oito cepas básicas.

 

Precisamos  relembrar  que, embora no caso do Poliprobiótico o ganho de peso geralmente é superior em relação aos outros insumos ou concorrentes,   não se  pode considerar o

 

único fator a ser comparado, e sim a relação de benefícios constantes das indicações do Poliprobiótico, que atende a maioria das necessidades de interesse para saúde animal.

 

POLIPROBIÓTICO® é marca registrada no INPI de propriedade exclusiva da empresa

L. AMORIM para definir um concentrado de microorganismos benéficos, obtidos por cultura múltipla e balanceados com substâncias Prebióticas em veículo organo-mineral, indicado para todas as espécies e sistemas de criação animal.

 

PREBIÓTICOS: Os prebióticos são alimentos não digeríveis pelas enzimas digestivas normais, mas que beneficiam o hospedeiro por estimular seletivamente o crescimento e/ou atividades dos microorganismos inoculados no trato digestivo.

 

EXCLUSÃO COMPETITIVA: Ainda segundo Roy Fuller, os 1016 organismos vivos da composição da microbiota digestiva das diversas espécies animais, aproximadamente 30% geralmente são organismos inócuos ou improdutivos, e dentre os quais podem alojar-se as bactérias enteropatogênicas oportunistas (E. colli, Salmonella, Streptococcus fecalis, etc), que causam graves perdas à produção animal e também ao homem e ao meio ambiente.

 

A exclusão competitiva promovida pelo Poliprobiótico consiste na substituição desses 30% de organismos improdutivos por microorganismos benéficos (bactérias e fungos) de alta eficiência digestiva sobre diferentes fontes de proteína, resultando em melhor aproveitamento dos alimentos e conseqüente melhora na taxa de conversão alimentar. 

 

IMPACTO AMBIENTAL E MELHORA NA QUALIDADE DO LEITE, DAS CARNES E DOS OVOS: Os microorganismos presentes no Poliprobiótico  promovem a transformação da amônia em nitrato (fonte primária de nitrogênio), combinada com a ausência de patógenos nos excrementos e por conseqüência no meio ambiente, reduz significativamente a contaminação ambiental ( ar, água, solo e do lençol freático),  contribuindo para a redução dos odores e melhorando o equilíbrio biológico de todo o ambiente e da área de influência da propriedade.

 

Em relação aos animais, conseqüentemente pela redução dos agentes contaminantes, constata-se uma redução significativa na ocorrência de diarréias, doenças respiratórias, mastites sub-clínicas, redução da contagem de células somáticas e UFC, refletindo-se na melhor qualidade e sabor do leite, na qualidade da carne de todas as espécies, inclusive na qualidade dos ovos, melhorando a eclosão e qualidade dos filhotes.

 

REDUÇÃO NA PROLIFERAÇÃO DE MOSCAS, MOSQUITOS E PERNILONGOS: A ausência de odores desagradáveis contribui para uma menor atração de moscas para o ambiente da propriedade. As poucas moscas presentes, ao depositarem os ovos nos excrementos terão uma redução na eclosão pela presença de microorganismos entomopatógenos,  presentes no Poliprobiótico. Outros agentes como besouros de diversas espécies que retornam ao ambiente sem antibióticos e inseticidas, contribuem para redução na eclosão das moscas e para o equilíbrio do ecossistema.

 

PROLIFERAÇÃO DE VERMES: Estamos pesquisando o fato de haver baixo índice de verminoses nos animais que recebem o Poliprobiótico, estar relacionado com a ação dos microorganismos entomopatógenos  também sobre os ovos da maioria dos vermes.

 

AUMENTO DA IMUNIDADE:  

A inoculação oral dos diversos microorganismos benéficos (não/OGM) presentes no Poliprobiótico,  sugerem um papel imunopotenciador ou imunoestimulante, particularmente nas vacinações, mudanças de ração, mudanças de ambiente, mudanças de temperatura, início de postura, e durante o desmame, ocasiões em que deve ser adquirida proteção contra patógenos que causam reações inflamatórias no intestino (Miller et al., 1985).

Importante estímulo da imunidade também foi descrito por R. Fuller, 1994, quando se refere a alguns dos microorganismos presentes no Poliprobiótico.

 

AUMENTO DA ATIVIDADE DIGESTIVA:  O incremento da atividade digestiva com o uso do  Poliprobiótico tanto em animais jovens como em adultos, em todas as espécies e categorias animais, tem sido pesquisado in vitro e in vivo, mostrando um importante aumento na digestão das fibras e absorção dos nutrientes.

Os estudos in vivo mostram um aumento no crescimento da microbiota como um todo (bactérias, fungos, protozoários e leveduras) e maior síntese das enzimas digestivas, garantindo os múltiplos benefícios que as interações entre esses organismos conferem aos animais especialmente o aumento da absorção do fósforo, reduzindo em até 20% a presença desse elemento nos excrementos.

Constatou-se também um aumento do metabolismo em todas as espécies animais e maior absorção de todos os nutrientes, com importante aumento na ingestão de matéria seca, especialmente nos animais jovens. (Dawson, 1990; Huber, 1990).

Nos bezerros em aleitamento, este aumento atinge até um quilo a mais por dia na ingestão de matéria seca em relação aos animais que não recebem o produto.

 

MECANISMOS DE AÇÃO: Os mecanismos de ação são variados: aderência na parede do trato gastrintestinal, impedindo a fixação dos coliformes e prevenindo a colonização por patógenos (exclusão competitiva); neutralização das toxinas; atividade bactericida; prevenção da síntese de aminas tóxicas; produção de interferon; aumento dos níveis de imunoglobulina (aumento da imunidade); estímulo ao crescimento das papilas ruminais e micro-vilosidades intestinais ampliando precocemente a área de absorção de nutrientes. (Miller et al., 1985; R. Fuller, 1989; E. Benedetti, 1996).

 

APROVEITAMENTO DA URINA: A utilização da urina livre de antibióticos e inseticidas na produção orgânica é crescente, constituindo-se em mais uma fonte de receita para o produtor. O preço pago pela urina bovina em janeiro de 2002 em Monte Alto/SP, foi de R$0,40 por litro.

 

VALORIZAÇÃO DOS EXCREMENTOS: A ausência de patógenos e de resíduos de antibióticos e inseticidas nos excrementos, confere maior valor biológico com vistas à produção de adubo organo-fértil e, no caso da produção de húmus, proporciona um aumento na produção de minhocas e húmus.

O preço de venda do esterco bovino fresco com estas características em maio de 2.002 em Monte Alto/SP. foi de R$60,00/tonelada.

No caso da cama de frango, sua utilização como ração para bovinos, suínos e peixes, poderá ser rediscutida pelo Ministério da Agricultura, já que estariam excluídas as principais restrições ao uso do produto na alimentação animal.

 

FITOTERAPIA E HOMEOPATIA: O uso dos produtos à base de POLIPROBIÓTICO é compatível com medicamentos homeopáticos e com o uso de plantas medicinais, pois potencializa seus efeitos, especialmente quando combinado com o Neem, Citronela, Alho ou Primavera para o controle de carrapatos e moscas. O uso do Neem por via oral deve ser adotado com cuidado, uma vez que é abortivo e promove a reabsorção fetal quando ingerido em doses acima do recomendado.

 

FORMULAÇÕES: Foram elaboradas formulações específicas para cada espécie animal, respeitando os diferentes aspectos nutricionais e fisiológicos entre as espécies.

Apresentações, indicações e modo de usar, estão disponíveis no site:

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Dawson, K.A. - Designing the yeast culture of tomorrow: mode of action of yeast culture for ruminants and non - ruminants, in Biotechnology in the Feed Industry (ed. T.P. Lyons) Nashville, Kentucky, pp. 59-78, 1990. 

Fuller, R. - Probiotcs in man and animals. J. Appl. Bacteriol., 66: 365-78, 1989. 

Honoso, A. and Tokita, F., Japan J. Zootech. Sci. 48: 250, 1977. 

Huber, J. T. - The fungal and yeast culture story in lactanting dairy cows, in Proc. South West Nutr. Manage. Conf., Tempe, AZ pp. 87-94, 1990. 

Miller, B.G.; Phillips, A.; Newby, T.J.; Stockes, C.R.; Bourne, F.J. Pub: Nat. Inst. Anim. Sci., Denmark, pp. 65-68, 1985.

Mitchell, I.G.; Kenworthy, R. - J. ap. Bact. 41: 163-167, 1976. 

Schawb, C.G.; Moore, J.J.; Hoyt, P.M.; Prentice, J.L. - Performance and fecal flora of  calves fed nonviable Lactobacillus bulgaricus fermentation product - J. Dairy Sci., 63: 1412, 1980. 

Stuart, R.L.; Surprise, H.C. and Davis, L.W. - J. Anim. Sci., 47: 222, 1978. 

Van der Poel, A.F.B.; Huisman, J. and Saini, I.L.S. - In Recent Advances of Research in Antinutritional Factors in Legume Seeds - Netherlands, 1993.

Bomtempo, M. Relatório Orion-Denúncia Médica sobre Aditivos e Agrotóxicos. LPM Editoress, 1985, Porto Alegre.

Wigmore, A. Be Your Own Doctor. Avery Publishing Group. 1982. New Jersey.

Cruz, C. L. Dicionário das Plantas Úteis do Brasil. EditoraCivilização Brasileira, 1979, Rio de Janeiro.

Elizabeth Nogueira Fernandes; Matheus Bressan; Duarte Vilela; Produção Orgânica de Leite no Brasil – Ref. ISBN 85-85748-28-1 – Embrapa Gado de Leite – Juiz de Fora – MG. Páginas 35 a 38.

I. Abreu Júnior, Hélcio. Práticas alternativas de controle de pragas e doenças na agricultura.

Instrução Normativa nº 007 de 17 de maio de 1.999 do Ministério da Agricultura.

 

 
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