Buraco no ozônio só diminui a partir de 2050

12/10/2002


O Centro Nacional de Pesquisa Meteorológica da França desenvolveu um novo modelo que simula o efeito dos gases-estufa sobre a estratosfera e a camada de ozônio sobre a Antártida. Uma simulação feita no período 1950-2099 mostra que o buraco no ozônio, que atingiu seu tamanho máximo na última década, só deverá diminuir a partir de 2050, mesmo com a redução nos principais gases que o provocam.

 

 

 

 

 

 

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