|
AÇAFRÃO |
||||
|
|
||||
|
|
||||
|
|
||||
|
Nome
científico: Crocus sativus. Características:
Planta herbácea,
bulbosa. Folhas compridas, arroxeadas. Flor amarela ou vermelha.
Os estigmas dessecados fornecem o “açafrão” conhecido no
comércio, e que é uma matéria amarela usada como corante e
condimento. Uso
doméstico: É utilizado para dar uma coloração
amarelada ao arroz e em sopas e massas e na indústria alimentícia
como condimento, corante natural e aromatizante. Uso
medicinal: Os
estigmas encerram propriedades emenagogas, antiespasmódicas,
eupépticas, sedativas. São empregados nos casos de asma,
coqueluche, histeria, bem como contra os cálculos dos rins, do
fígado e da bexiga. Oito a dez estigmas, em infusão, são
suficientes para um chá. Para combater as hemorróidas,
aplicam-se cataplasmas quentes, preparados com o infuso desta
planta (três gramas para uma xícara de água). Consumo
desaconselhável para mulheres grávidas.
|
||||
Açafrão-da-terra
Curcuma longa
Cristina Côrtes - Londrina
Conhecida
também como curcuma, açafrão-da-índia, açafroa e gengibre amarelo,
está planta herbácea é originária da Índia e foi introduzida no
Brasil pelos colonizadores. Sua característica principal é como
digestivo e ativador da função hepática.
Cultivo e características É uma planta perene com ramificações laterais compridas. A parte utilizada da planta é o rizoma (raiz), que externamente apresenta uma coloração esbranquiçada ou acinzentada e internamente amarelada. Do rizoma saem as folhas e as hastes florais. Reproduz-se por pedaços do rizomas que apresentam gemas (olhos) com plantio em solo argiloso, fértil e de fácil drenagem. Depois da planta adaptada ao local, alastra-se, pois o rizoma principal emite numerosos rizomas laterais. É uma planta difícil de ser destruída. A colheita deve ocorrer na época em que a planta perde a parte aérea, depois da floração. Nesta fase, os rizomas apresentam pigmentos amarelos intensos.
Indicações É indicado como digestivo, ativador das função hepática e da secreção biliar e flatulência, Em 1 xícara (chá) coloque 1 colher (chá) de rizoma fatiado e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Ainda morno, tome em pequenos goles, 1 xícara (chá) pela manhã em jejum e outra antes do almoço.
É utilizada também como normalizador do colesterol e mau hálito. Para isso coloque e um pilão 2 colheres (sopa) do rizoma fatiado. Amasse bem e adicione 1 xícara (chá) de álcool de cereais a 80%. Deixe em maceração por 5 dias e coe. Armazene em vidro escuro, ao abrigo da luz solar. Tome 1 colher (café) diluída em um pouco de água 10 minutos antes das principais refeições.
Para tratamento de feridas, escaras e erisipelas coloque a colher (sopa) do rizoma fatiado em 1 copo de água em fervura. Deixe ferver por 5 minutos. Abafe por 10 minutos e coe. Aplique nas partes afetadas, em forma de compressas, 2 vezes ao dia. Pode ser feito também de outro modo, amassando bem o rizoma fatiado em um pilão e adicionando 1 xícara de vinagre branco. Deixe em maceração por 5 dias e coe. Aplicar no local afetadado com uma chumaço de algodão, 2 vezes ao dia.
Fontes ‘‘Plantas que curam’’, de Sylvio Panizza. editado pela Ibrasa- SP; ‘‘Plantas medicinais’’, publicação do Grupos Entre Folhas da Universidade Federal de Viçosa (MG), com divulgação através do CD-room ‘‘Plantas Medicinais’’, produzido pela Agromídia Software Empresa de Incubadora de Base Tecnológica da Universidade Federal de Viçosa (MG).
Outras informações e sugestões pelo telefone (operadora) 43-374-2118, com Cristina Côrtes; pelo fax 43-339-1412 ou e-mail editoria@folhaweb.com.br
W.F.
| RETORNAR INDEX | SUBIR DOCUMENTO |