
Páprica |
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Nome
científico |
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| Capsicum
annuum L. |
Família |
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| Solanaceae |
Origem |
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| América
Latina. |
Sinônimos |
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Alemão
Paprika
Dinamarquês
Paprika
Espanhol
Paprika, Pimiento dulce, Pimiento morrón, Pimentón
Esperanto
Papriko
Estoniano
Harilik paprika
Finlandês
Ruokapaprika, Paprika
Francês
Piment annuel, Piment doux, Paprika de Hongrie, Piment doux d
Espagne
Grego
Pipería
Hindi
Deghi mirch
Holandês
Paprika
Húngaro
Paprika, Édes paprika, Piros paprika, Fûszerpaprika
Inglês
Bell pepper, Pod pepper, Sweet pepper
Islandês
Paprikuduft
Italiano
Peperone, Paprica
Papiamento
Promenton, Promèntòn
Polonês
Papryka roczna
Romeno
Ardei
Swahili
Pilipili hoho
Sueco
Paprika
Tibetano
Sipen ngonpo, Si pan sngon po
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| Seu
nome deriva de pimenta, causando algumas confusões, sendo chamado
pimenta-doce em alguns países. O pó obtido do fruto seco é
denominado páprica, que tem origens sérvias, significando
pimenta. O termo botânico Capsicum deriva do grego kápsa, caixa,
cápsula, numa referência ao formato das frutas. A espécie anuum,
vem do termo latino que designa annual, apesar desta periodicidade
não ser constante. |
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| Partes
usadas: frutos. A remoção das sementes e veios resulta num
produto menos picante e mais colorido. Doce e aromático, possui
espécies picantes. Os espanhóis foram os primeiros a plantar um
tipo de pimentão que origina a páprica. Está muito ligado à
cozinha húngara, que produz a melhor páprica do mundo que vai do
doce ao picante. Mas quem introduziu a páprica aos espanhóis
foram os turcos, que por ironia eram inimigos dos húngaros.
Apesar de ser uma especiaria, a páprica tem um teor
impressionante de vitamina C. Isto foi descoberto por um cientista
húngaro que ganhou o prêmio Nobel por pesquisar o conteúdo de
vitamina C da páprica, sendo mais rica do que as frutas cítricas.
Os pimentões mais suaves são uma invenção européia,
disseminada posteriormente. |
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| O
princípio picante, a capsaicina, está presente em quantidades ínfimas
(0,005%) nas variedades suaves, podendo chegar a 0,1% em espécies
mais picantes. O sabor de páprica é devido ao óleo essencial
composto por hidrocarbonetos, ácidos graxos e ésteres, além de
vitamina C. Sua coloração comum é vermelha ou amarela, podendo
assumir cores similares à da berinjela em algumas variedades. |
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| Os
pimentões moídos e secos que originam a páprica, são
utilizados pelo seu sabor compatível com temperos mais fortes e
picantes e pela sua intensa coloração. Devido a seu alto conteúdo
de açúcar, não deve ser queimado para que não se torne amargo.
No golfo Pérsico, uma mistura aromática e picante de temperos
chamada baharat utiliza a páprica como ingrediente. O maior
consumo na Europa é na Hungria e nos Bálcãs, tendo sido
introduzido provavelmente pelos árabes que encontraram pimentões
em colônias portuguesas na Ásia, trazidos do Brasil. Mais tarde
foi desenvolvida uma espécie húngara com moderada picância,
consumida fresca, em conserva ou como condimento de mesa. O prato
húngaro mais conhecido mundialmente, o Goulash, um tipo de caldo
grosso feito de carne e algumas variações de vegetais, como
batatas, cenouras e páprica, frita rapidamente em um refogado de
cebolas e toucinho de porco. Existem ainda alguns pratos
temperados de vegetais e cozidos que utilizam a páprica em suas
receitas. Os pimentões mais suaves são uma invenção européia,
disseminada posteriormente. Por serem ocos, os pimentões são
perfeitos para serem servidos recheados. São ótimos em saladas,
servidas com frango, ovos, arroz, atum, presunto ou carne de
coelho. Antes do uso, as sementes e as membranas fibrosas devem
ser removidas. Normalmente são usados em páprica, em conserva e
outros produtos derivados. |
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| Antes
do uso, as sementes e as membranas fibrosas devem ser removidas.
Normalmente são usados em páprica, em conserva e outros produtos
derivados. |
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| Fonte:
www.universal.pt www-ang.kfunigraz.ac.at/~katzer/engl/index.html
www.walmark.cz |
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