O melhor sabor do vinho oxidado
 
      Barcelona e de São Paulo, 13 de Dezembro de 2002 - Ao temperar com gotas de vinagre uma salada de alface, quase ninguém se dá conta de que faz um prato milenar. Mas, antes que se tornasse um ingrediente essencial para ressaltar o sabor dos alimentos, o vinagre foi conhecido por suas finalidades terapêuticas e também pelo poderoso uso como conservante de carnes e peixes, entre outros alimentos. 
 
A receita da tal saladinha, tão simples quanto estupenda, uma vez que nunca mais saiu da mesa ocidental, está descrita no "Tratado sobre os Efeitos dos Gêneros Alimentícios", do árabe Simeão Seth, súmula mensal bizantina de dietas datada do século XI. Vem dessa época o costume de comer alface temperada com vinagre durante o verão, com resultados benéficos ao estômago, como indicam Jean-Louis Flandrin e Massimo Montanari no livro "História da Alimentação".

      A existência do vinagre, porém, é mais antiga. Confunde-se com a história do vinho. Vinagre deriva do latim "vinum acre", ou vinho ácido, e tem a mesma raiz na maioria das línguas. Uma exceção é a italiana, que o traduz por aceto balsamico, nome cuja matriz é o ácido acético, outra denominação de vinagre. 
 
Apesar do uso e difusão do tempero a partir da vinha, ele pode ser obtido de outras frutas, tubérculos, cereais e aguardente. "O primeiro vinagre de que se tem notícia era feito de tâmaras no Oriente Médio", diz Agustí Torelló, produtor de uma das cavas mais refinadas da Espanha e de um vinagre da mesma bebida. Secularmente, na Ásia, chineses e japoneses são adeptos do vinagre de arroz.

      Outra das mais antigas referências que se tem sobre o vinagre de vinho vem de Hipócrates e data do século 5 a.C. O patrono da medicina no Ocidente proclamava as qualidades medicinais do líquido derivado do vinho na Grécia Antiga. 
Nesse período, também, os camponeses comercializavam os vinhos tintos que produziam nas cidades. Reservavam para o cotidiano um vinagre diluído em água, como apontam os autores de "História da Alimentação".

      Em Roma, um dos maiores fãs do ácido acético era Apicius, o primeiro dos gastrônomos. Esse amante da boa mesa legou 468 receitas compiladas em sua obra máxima, o livro "De Re Coquinaria". 
 
O romano destacou dez ingredientes básicos na preparação de um prato. Não podia faltar vinagre, que aparece na sexta colocação. No refinamento culinário de Apicius, fica clara a preferência pela combinações de sabores salgados e doces, assim como a mistura de vinagre com mel evidencia um paladar para o agridoce.

      Há pouca referências bíblicas sobre o vinagre. A mais importantes delas vigora como um erro histórico. Ao ser crucificado, Jesus pede água aos romanos. Ainda que odiassem o filho de Deus, não foi uma maldade, como se tornou lugar comum, oferecer a Ele um pano embebido em vinagre. A posca, mistura de vinagre e água, era a bebida das tropas de Roma. Em verdade, os centuriões estavam fazendo caridade.

      Não foram os romanos, porém, os disseminadores do vinagre. Durante o longo período em que vigorou o Império Bizantino, do fim da Antiguidade até a queda de Constantinopla (1453), os árabes difundiram o uso do ácido acético por toda a bacia mediterrânea.
 
 Mestres na arte de temperar alimentos, sempre fizeram amplo uso do vinagre em suas receitas, em especial as marinadas de carne. Até hoje é presença marcante nessa culinária. Os judeus também eram adeptos dos sabores ácidos proporcionados pelo vinagre, só que mais discretos dos que os árabes, como mostram os livros sefardins.

      Na Idade Média, os gostos ácidos dominavam as cozinhas européias. Para ter uma idéia da preferência de receitas com vinagre na França, 70% do mais antigo manuscrito do "Viandier", best seller da culinária francesa medieval, incluía o toque ácido. 
 
Entre as preparações incluídas no livro estão os pombos com açúcar e vinagre. "De acordo com Guillaume Tirel, cozinheiro de Charles V de França e compilador em 1375 do livro de culinária ‘Le Viandier’ de Taillevant, o molho cameline de vinagre e canela foi feito como segue: gengibre moído, abundância da canela, cravos-da-índia, cardamomo, macis, pimenta longa, se desejar; a seguir, esprema o pão umedecido no vinagre e misture tudo junto e salgue a gosto." Tal receita ganhou a posteridade.

      Entre os séculos XIV e XVI, a canela se torna o tempero do Oriente na cozinha européia, mas nunca é usada sozinha. 
Responsável por sabores marcantes, via-se associada a conservantes para carnes e peixes, essencialmente o sal, o vinagre e o azeite. O vinagre, porém, não tinha valores gastronômicos ou dietéticos.
 Funcionava como um moderador frio dos efeitos abrasantes das especiarias. Durante a Plena e a Baixa Idade Média, os vinagre era usado preferencialmente para temperar não as carnes de açougue, mas as de caça, consideradas mais indigestas. Acreditava-se que era necessária uma ação ácida mais intensa. Deriva daí a idéia da vinha d’alhos.

      Mesmo com um uso tão antigo e tão freqüente, a princípio o vinagre era considerado uma alteração natural do vinho. O século VIII conheceu a purificação do vinagre através de um processo de destilação elaborado por Geber. Este é considerado o primeiro tratado sobre a elaboração de vinagre. 
 
O vinagre é vinho exposto ao oxigênio ou oxidado. Mais precisamente, provém de uma dupla fermentação: a fermentação alcoólica ou dos açúcares transformados em álcool e a fermentação acética ou o álcool transformado em ácido acético sob a ação do oxigênio e da bactéria Acetobacter. É essa bactéria que fixa o oxigênio e o transforma em ácido. Apesar de ser tão antigo, o processo natural só foi estabelecido em 1865 por Pasteur. "Diferentemente do vinho, o vinagre, já oxidado, não tem prazo de validade. Se bem conservado, pode ser usado por um tempo indefinido", garante Torelló.

      De uma maneira geral, os vinagres artesanais são feitos dentro de uma barrica-mãe. Ela não deve ter mais que dois terços do volume ocupado.
 No interior da barrica, sobre o líquido exposto ao oxigênio e à ação da Acetobacter, forma-se um véu. À medida que vai se retirando lentamente o ácido acético, é preciso realimentar a barrica com a mesma quantidade de vinho. Este é o processo mais tradicional de fabricação de vinagre. 
Nos produtos industriais, injeta-se diretamente o oxigênio no vinho. "Como no vinagre industrial se injeta água, ele acaba perdendo muito do aroma e do sabor", explica Torelló.

      Entre os vinagres finos, o mais célebre é o aceto balsamico de Modena. Elaborado na região da Emilia-Romagna, no centro-norte da Itália, tem devotos ardorosos, como o tenor Luciano Pavarotti. Antes dele, outro admirador foi o compositor Gioacchino Rossini (1792-1868), que passou à história não somente como autor de "O Barbeiro de Sevilha", mas como gourmet e glutão. 
De cor marrom escura e brilhante, o aceto é repleto de nuances. Desprende um aroma ácido mas não agressivo, com equilibrado sabor agridoce. Sua origem também é medicinal, daí se ter agregado ao termo "aceto" o adjetivo "balsamico", que vem de bálsamo ou remédio. De produção antiga - é citado pelo poeta Virgílio, nascido em 70 a.C. e autor dos versos da "Eneida" -, o aceto só foi codificado em 1860 pelo médico Francesco Aggazzotti. A partir daí, adotou-se uma única fórmula para a fabricação. O mosto de uva cozido é a matéria-prima do Aceto Basalmico Tradizionale di Modena. 
Sem ferver, permanece no fogo entre 24 e 48 horas. Segue para fermentar naturalmente por ação das próprias moléculas de açúcar e do Acetobacter. A etapa seguinte é um demorado processo de envelhecimento em diferentes barricas de madeira. As barricas são agrupadas em cinco ou sete unidades. A barrica-mãe tem capacidade para cerca de 220 litros. 
É dela que vai sendo retirado o líquido para alimentar outros pequenos barris, feitos em tamanhos e com madeiras diferentes: carvalho (60 litros), castanha (50 litros), cereja (40), freixo (30), amoreira (20). O estágio final é em garrafões de cerâmica com boca protegida por tecido de linho.

      Mas não se pense que este é o vinagre encontrado nas prateleiras de supermercados e empórios finos brasileiros. São sucedâneos feitos em larga escala e muito longe de ter a mesma classe. 
 
Somente o autêntico Aceto Balsamico di Modena pode ostentar a denominação "tradizionale". Custa verdadeira fortuna e é vendido em frascos de 500 mililitros, no caso dos envelhecidos entre dois ou três anos, ou vidrinhos de 250 mililitros, com cinco anos. Apesar da qualidade do vinagre italiano, ele só ficou conhecido mundialmente a partir do final da década de 70, como indica Mesha Halm em "The Balsamic Vinegar Cookbook". Foi somente a partir dessa época que se incrementaram as vendas. Antes disso, era um produto familiar para consumo interno. A versão industrializada começou a ser importada no Brasil há uma década e já caiu no gosto da classe média.

      Na França, a mais tradicional produção de vinagres está sediada em Orleans e descende de uma corporação de artesãos surgida em 1394. Naquela região se transportavam os vinhos produzidos no vale do Loire, originários de Tour e Angers. 
 
Como eram viagens lentas e muito longas, parte da carga acabava se estragando, ou melhor, se oxidando. De um bom vinho, se transformava num vinagre excelente. Afinal, como diz Alan Davidson em "The Oxford Companion to Food", vinho azedo não é um bom vinagre. "Um vinagre refinado é feito por um processo controlado." No século XVIII, 300 vinagreiros já exportavam sua produção para a Holanda, América e Ásia. Hoje, a pátria de Napoleão produz vinagres varietais das uvas sauvignon blanc, cabernet sauvignon e merlot. Também há uma versão de Champagne. Outro produto conhecido é o vinagre de sidra.

      Considerado um tesouro andaluz, o vinagre de Jerez é um dos orgulhos culinários de Espanha. Mas foi somente a partir de 1995 que houve uma preocupação em estabelecer a denominação de origem. A autenticidade e a qualidade são garantidas pelo Conselho Regulador da Denominação de Origem Jerez-Xerès-Sherry e Manzanilla de Sanlúcar. Esse vinagre é produzido em um sistema de até 15 barricas, de no máximo mil litros, empilhadas na forma de uma pirâmide.
 
 Na base, ficam as chamadas soleiras, de onde sai o vinagre pronto. Sobre ela se distribuem as criadeiras, ou seja, barricas-mães por onde se distribui o vinagre em seus vários estágios de envelhecimento. Todas são ocupadas por um terço de ar, o que permite a formação do véu sobre o líquido. Um vinagre de Jerez tem de contar com um envelhecimento mínimo de seis meses. O reserva tem no mínimo dois anos de barricas. Entre os tops, há os que exibem 50 anos no rótulo, como o Mas Portell Vinagre de Jerez Reserva, cuja acidez máxima atinge 8º. Mais do que Jerez, a Espanha produz vinagres extraordinários feitos com vinhos Chardonnay, Cabernet Sauvignon e Trempranillo, além de Cava, este ideal para pescados, e sidra, fermentado de maçã.

      No Brasil, fica a Castelo, a maior fábrica de vinagres da América Latina. Isto não representa muito dentro do universo gourmet, uma vez que a linha da empresa paulista, fundada em 1905, tem apenas variações industriais. Na produção de um tempero que realce realmente o sabor dos alimentos, o país apenas engatinha.

      (Fim de Semana/Página8)(Arnaldo Lorençato)
 
 
 
 
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Versatilidade agridoce
 
      São Paulo, 13 de Dezembro de 2002 - Não bastasse ser consagrada produtora de vinhos, com algumas das adegas mais conceituadas do planeta - entre elas a Vega Sicilia (Vega Sicilia Unico), Torres (Mas la Plana) e Alejandro Fernandez (Pesquera), além de cult wines extraordinários, como o Pingus -, a Espanha se notabiliza também por seus vinagres finos. Apesar de pouquíssimos serem importados para o Brasil, alguns deles dão brilho à despensa de todo gourmet.

      Na década passada, a Espanha passou a concentrar investimento na produção de vinagres mais sofisticados, não apenas no conhecido Jerez. Mais antigos dos ácidos acéticos espanhóis produzidos em pequeníssima quantidade, este último leva apenas uva Palomino em sua composição. Pelas características praticamente artesanais de fabricação (leia acima), os rótulos de Jerez são os únicos a portarem uma denominação de origem. Para que isso aconteça, o vinagre tem de passar pelo envelhecimento em barris de madeira, preferencialmente carvalho, de no mínimo seis meses.

      Recentemente, a Espanha viu florescer o desenvolvimento de sofisticadas empresas vinagreiras. Dessas fábricas, saem garrafas especiais, encontradas apenas nas alas gourmets de lojas como El Corte Ingles. Entre as bases utilizadas estão os vinhos de uvas francesas Cabernet Sauvignon e Chardonnay. A Forum, uma das melhores do país, usa seus vinagres agridoces branco e tinto inclusive na confecção de deliciosos bombons. Vinhos como o Tempranillo também servem de base para a elaboração dos vinagres.

      Há ainda uma produção especial a partir de cava, o espumante espanhol. Neste caso, toma-se um cuidado especial para retirar o gás carbônico contido no vinho antes de iniciar a produção. "Mantemos em barrica de carvalho francesa de segundo uso por um período de seis meses", explica em Barcelona Agustí Torelló, que também elabora a cava Kripta, da qual são produzidas apenas mil garrafas ao ano e se destinam a caves francesas como a do restaurante de Pierre Gagnaire.

      Este repórter trouxe da Espanha alguns vinagres gourmets para uma degustação inédita, promovida por este jornal, entre chefs e restaurateurs de São Paulo, realizada na cozinha experimental C2, acompanhada pela nutricionista Maria Luiza Ctenas. Sem que soubessem previamente o produto que iriam avaliar, foram convidados para um teste às cegas o chef e consultor Laurent Suaudeau, da Escola das Artes Culinárias Laurent, Frederico Frank, chef do restaurante Canvas, e Belarmino Iglesias Filho, proprietário dos restaurantes Rubaiyat e Figueira.

      A cada um dos chefs foram apresentados cinco vinagres. A primeira amostra era de cava Agustí Torello. O segundo vinagre, único não elaborado com vinhos e também o único do teste disponível no Brasil, era de sidra Borges. O terceiro, um Jerez (PX) da Romate; o quarto, outro Jerez, desta vez 25 Reserva, da Morilla; e o último, o Cabernet Sauvignon, da Forum.

      A degustação levou uma hora. Os participantes se concentraram nas amostras, pois esta era uma atividade nova para eles. Belarmino Iglesias, filho de espanhol e acostumado a participar de degustações de vinho, crê que a de vinagre é mais difícil. "É necessário afinar o bico para contemplar tantos e tão ricos aromas e sabores", disse. A proposta era de que os participantes identificassem em primeiro lugar a matéria-prima original do vinagre. Eles conseguiram notar que o número dois não era um vinagre de vinho, ainda que tenha havido hesitação nas marcações da fichas. O trio de degustadores deveria também atribuir notas de 1 a 5 para três quesitos: aroma, sabor e versatilidade. Opinaria ainda sobre as características e daria indicações de uso culinário.

      O vinagre preferido foi o 25 25 Reserva, da Morilla. Obteve a nota 4,7. "Acredito que esteja mais aproximado do paladar a que estamos acostumados", afirmou Frederico Frank. O primeiro foi o que causou maior estranheza e teve a menor nota: 2,6. "É um vinagre de pouca utilização no Brasil porque tem um sabor muito específico e se destina a peixes e frutos do mar", disse Laurent Suaudeau. Na Espanha, porém, o vinagre branco de cava é um dos mais apreciados. Como esse país ibérico é um dos maiores consumidores de peixes e frutos do mar no planeta, a utilização se amplia e muito por lá. Fica ótimo com ostras frescas. O número dois, feito de sidra, também não agradou muito. Estacionou em 2,8. Tendo como matéria-prima o Jerez, o (PX) obteve 3,5. Segundo colocado, o vinagre Forum de Cabernet Sauvignon recebeu muitos elogios e ficou com a média de 4,2. Ninguém teve qualquer dificuldade em notar que é o mais adocicado dos cinco. Laurent, por exemplo, sugeriu uma calda gástrica doce para acompanhar figos e banana.

      Como os vinagres são muito versáteis e, na alta cozinha espanhola, utilizados cada vez mais em sobremesas, o chef pâtissier Flavio Federico, do restaurante Canvas, foi convidado para desenvolver uma sobremesa. Sem saber qual era o produto, ele mandou uma base que resultou num equilibrado sorvete de vinagre de cava. Com uma textura um pouco mais macia e encorpada do que um sorbet, o resultado ficou parecido com as novas tendências que se desenvolvem em restaurantes estrelados do norte da Espanha, entre eles Abac, de Barcelona, e L’Esguard, de Mataró.

      "O sorvete funciona muito bem como uma entradinha refrescante e pode acompanhar perfeitamente saladas", recomenda Federico. Enquanto seus colegas permaneceram realizando a degustação, Flavio desenvolveu, exclusivamente para os leitores deste jornal, uma receita (descrita abaixo) de compota de banana ouro aromatizada com fava de baunilha em calda de vinagre agridoce de Cabernet Sauvignon, da Forum.

      (Fim de Semana/Página9)(Arnaldo Lorençato)
 
 
 Anexo Gastronomico:
Compota de banana com sorvete de vinagre
 
      13 de dezembro de 2002 - Compota de banana com sorvete de vinagre (receita inédita do chef pâtissier Flavio Federico, do restaurante Canvas)

      para 4 pessoas

      Ingredientes para a compota

      12 bananas ouro

      1 colher (sobremesa) de sementes de papoula torradas na frigideira

      200 ml de água

      50 g de açúcar mascavo

      150 g de açúcar refinado

      2 colheres (sopa) de cachaça

      1 colher de vinagre agridoce Cabernet Sauvignon Forum

      1 fava de baunilha

      Modo de preparar

      1. Faça uma calda com os 2 açúcares, a água, o vinagre e a fava de baunilha (ferva por 5 min.);

      2. Acrescente as bananas cortadas em rodelas e cozinhe por mais 5 minutos. Deixe esfriar;

      3. Incorpore a papoula e

      a cachaça;

      4. Sirva com uma bola de

      sorvete.

      Sorvete de vinagre de cava

      Rendimento: 1,5 litro

      Ingredientes

      1 garrafa de vinagre de cava (750 ml)

      200 ml de água

      250 g de xarope de glucose

      200 g de açúcar

      10 g de gelatina em folhas

      Modo de preparar

      1) Hidrate a gelatina em água fria e reserve;

      2) Dissolva a glucose com os 200 ml de água;

      3) Esprema a gelatina para retirar o excesso de água, leve ao microondas ou ao banho-maria para dissolver e incorpore o vinagre;

      4) Ponha na tigela da batedeira e leve ao freezer até começar a endurecer (cerca de 45 min.);

      5) Bata na batedeira para emulsionar e leve de volta ao freezer;

      6) Repita esta operação a cada 30 min. por 4 vezes ou mais, até atingir a consistência desejada;

      7) Para servir, retire do freezer com antecedência de 5 minutos

 


 


 

 

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