Thevetia peruvianna 

 Por: Daniel Camara Barcellos

Foto: Daniel Camara Barcellos

Família: Apocynaceae.

Sinonímia Botânica: Thevetia neriifolia Juss., Cerbera thevethia L., Cerbera peruviana Pers.

Nomes Vulgares: Chapéu-de-Napoleão, noz-de-cobra, acaimirim, Cerbera, Jorro-jorro.

Descrição Botânica: Arbusto ou arvoreta de até 10 m de altura, liso em todas as suas partes, com ramos bem robustos, densamente coberto de folhas. Folhas alternas, uninérveas,  lineares. Flores amarelas, isoladas de forma campanular. Sementes com uma grossa testa e sem endosperma. 

Ecologia/Fenologia: Usada a sol pleno em locais de clima frio e meia-sombra em regiões mais quentes, prefere solo arenoso, clima quente e úmido. Floresce quase o ano inteiro. 

Parte Tóxica:  Toda a planta (sendo a semente e o látex os mais tóxicos).

Principio Ativo: Tevetina, tevetoxina, e neriifolia  (glicosídeos cardiotóxicos). 

Dose Letal: Não encontrada em literatura. 

Principais Sintomas em Caso de Intoxicação: Dores e queimação na boca, dor retroesternal, sialorréia, vômitos intensos, redução do pulso, arrepios com náuseas, delírio, convulsões irregulares, parada cardíaca, agitação extrema, acessos de loucura, risos, gritos, olhar fixo e morte.

Antídoto/Tratamento:: Vide Nerium Oleander

Outros Usos/Observações: Exala perfume agradável das suas flores. É usada como medicinal. Suas sementes são apreciadas pelos índios de certas tribos, que a aproveitam para fazer colares e outros ítens que exibem nas festas típicas.

 

 

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