Foto:
Aydano Roriz
Família:
Leguminoseae-Papillionoideae.
Sinonímia
Botânica: Corallodendron
crista-galli Kuntze, Erythrina
fasciculata Benth., Erythrina
laurifolia Jacq., Micropterix
crista-galli Walp., M.
fasciculata Walp., M.
laurifolia Walp.
Nomes
Vulgares: Mulungu, suinã, sananduva, corticieira,
crista-de-galo, samauveiro, seibo, flor de coral.
Descrição
Botânica:
Árvore de 6-10 metros de altura, com tronco
tortuosos e suberoso de 30-40 cm de diâmetro. Folhas
compostas, trifolioladas; folíolos glabros, os laterais
de 6-8 cm de comprimento e, o terminal de 9-10 cm. Flores
vermelhas de cálice campanulado. O fruto é uma vagem de
seis a doze sementes
oblongas semelhantes ao feijão.
Ecologia/Fenologia:
Planta
pioneira, heliófita, gosta de terrenos úmidos, brejosos,
floresce predominantemente entre os meses de setembro e
dezembro, e a frutificação entre janeiro e fevereiro.
Parte
Tóxica: Não
definida em literatura.
Principio
Ativo: Alcalóides (eritroidina, eritramina,
eritralina, eritratina).
Dose
Letal: Os alcalóides são lentamente absorvidos pelo
tubo gastrintestinal e rapidamente excretados pelos rins,
o que torna a intoxicação difícil.
Principais
Sintomas em caso de Intoxicação: Depressão,
astenia, paresias ou paralisias musculares. A morte sobrevém
por asfixia consequente da paralisia dos músculos que
intervém na respiração.
Antídoto/Tratamento::
Ingestão ou administração parenteral de extratos é
excepcional e o metabolismo peculiar dos alcalóides torna
praticamente desnecessário o tratamento.
Outros
Usos/Observações: Árvore
símbolo da Argentina. O seu tronco é próprio para fixação
de epífitas.