Erythrina crista-galli 

Por: Daniel Camara Barcellos

 Foto: Aydano Roriz

Família: Leguminoseae-Papillionoideae.

Sinonímia Botânica: Corallodendron crista-galli Kuntze, Erythrina fasciculata Benth., Erythrina laurifolia Jacq., Micropterix crista-galli Walp., M. fasciculata Walp., M. laurifolia Walp.

Nomes Vulgares: Mulungu, suinã, sananduva, corticieira, crista-de-galo, samauveiro, seibo, flor de coral.

Descrição Botânica:  Árvore de 6-10 metros de altura, com tronco tortuosos e suberoso de 30-40 cm de diâmetro. Folhas compostas, trifolioladas; folíolos glabros, os laterais de 6-8 cm de comprimento e, o terminal de 9-10 cm. Flores vermelhas de cálice campanulado. O fruto é uma vagem de seis a doze sementes oblongas semelhantes ao feijão.

Ecologia/Fenologia: Planta pioneira, heliófita, gosta de terrenos úmidos, brejosos, floresce predominantemente entre os meses de setembro e dezembro, e a frutificação entre janeiro e fevereiro.

Parte Tóxica:  Não definida em literatura.

Principio Ativo: Alcalóides (eritroidina, eritramina, eritralina, eritratina).

Dose Letal: Os alcalóides são lentamente absorvidos pelo tubo gastrintestinal e rapidamente excretados pelos rins, o que torna a intoxicação difícil.

Principais Sintomas em caso de Intoxicação: Depressão, astenia, paresias ou paralisias musculares. A morte sobrevém por asfixia consequente da paralisia dos músculos que intervém na respiração.

Antídoto/Tratamento:: Ingestão ou administração parenteral de extratos é excepcional e o metabolismo peculiar dos alcalóides torna praticamente desnecessário o tratamento.

Outros Usos/Observações: Árvore símbolo da Argentina. O seu tronco é próprio para fixação de epífitas.

 

 

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