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CULTIVO
DE COGUMELOS
DEMANDA OU
ASSUNTO ESPECÍFICO (o que foi solicitado)
Produção
comercial de cogumelos
INTRODUÇÃO/APRESENTAÇÃO
DO TEMA
Acredita-se hoje
que existam cerca de 200.000 espécies diferentes de fungos,
distribuídos na natureza.
A grande importância
dos fungos na natureza, é o papel de decompositor. Eles crescem
sobre a matéria orgânica, restos de vegetais e animais,
assimilando-os e, transformando-os em substâncias mais simples
para serem absorvidos pelos vegetais, permitindo assim, a
resiclagem dos elementos da natureza. É um trabalho que nos passa
desapercebido, mas sem ele a recirculação dos elementos da
natureza estaria prejudicada, dificultando todas as outras formas
de vida. E de um modo geral os fungos são pouco conhecidos pelos
brasileiros.
Afinal o que são
fungos ou cogumelos?
O termo cogumelo,
em português, pode ser utilizado como um sinônimo de fungo,
sendo usado para designar um tipo macroscópico e que tem forma de
guarda-chuva.
Os fungos
constituem um grupo de seres vivos com grande diversidade de
formas, cores, tamanho e são encontrados por toda a terra.
Os fungos são
classificados em vários grupos de acordo com uma série de
características e o nosso cogumelo faz parte dos basidiomicetos,
que é um grupo onde se enquadram a maioria dos cogumelos comestíveis.
Os ascomícetos também possuem exemplares que são cultivados e
consumidos como alimento, em outros países. Mas no Brasil são
cultivados apenas os basidiomicetos. Um bom exemplo é o
champignon
Como já foi
dito anteriormente, há diversos tipos de fungos, como:
-Fungos para fins
medicinais: o uso medicinal mais conhecido é, sem dúvida, a ação
antibiótica. A penicilina foi a primeira substância com este
tipo de ação que foi produzida por fungos.
-Fungos alucinógenos:
No brasil o mais conhecido e frequente é o que se encontra nos
pastos, sobre estercos de animais.
-Fungos tóxicos
e venenosos: existe na natureza fungos capazes de provocar a morte
de homens e animais. A toxidade varia de acordo com a espécie.
-Fungos comestíveis:
no Brasil, a primeira espécie cultivada foi o champignon de Paris
(Agaricus bisporus) . Mas atualmente também são cultivados o
caetetuba ou cogumelo gigante ( Pleurotus ostreatus ) e o shiitake
( Lentinus eodes ) . Existem também fungos fermentadores, graças
aos quais se tem o pão, o vinho e a cerveja.
Processo/formulação
(descrever e
informar procedimentos de manuseio)
Na
Europa e Ásia já foram comercializados mais de 50 variedades de
Agaricus (champignon) que se diferenciam uma das outras quanto a :
-forma
e cor : liso, escamoso, branco, creme, castanho;
-fragilidade;
-produtividade;
-resistência
a doenças;
-necessidades
nutritivas;
-condições
climáticas.
No
Brasil e Holanda, comercialmente, dá-se preferência às
variedades brancas. Na França e Estados Unidos preferen-se os
pardos. As variedades tradicionalmente cultivadas no Brasil são
linhagens de Agaricus bisporus, cuja temperatura de formação
(frutificação) fica em torno dos 17° C. Isso obriga a interrupção
dos cultivos nos períodos de verão, a menos que se usem locais
refrigerados. Outra espécie introduzida nos últimos 5 anos é o
Agaricus bitorquis, cuja temperatura de formação é em torno de
23 -25° C. Esta espécie é mais adaptada ao clima brasileiro,
permitindo o cultivo sem refrigeração em períodos mais longos
do ano.
As
principais etapas do cultivo de champingnon são sequencialmente:
-Obtenção
ou preparação da matriz
-Preparação
do composto e compostagem
-Compostagem
livre
-Pasteurização
-Semeadura
-Incubação
-Terra
de cobertura
-Produção
e colheita
Lembrando
que após 15 a 30 dias da colocação da terra de cobertura,
pequenos brotos ou bolinhas começam a se formar na superfície do
sacos.
Nessa
etapa deve-se manter a ventilação de 220 m3 de ar/hora/tonelada
de composto; a umidade relativa do ar deve ser mantida entre 85 e
90%.
Nesse
período não se deve regar os cogumelos e a umidade é mantida
molhando-se as paredes e o chão da sala.
A
colheita começa entre o 16º e o 35ºdia após a colocação da
terra de cobertura. O cogumelo deve ser colhido quando alcançar
seu maior tamanho, antes da abertura ou rompimento do véu.
Cogumelos grandes e fechados são os que alcançam melhor preço
no mercado. A colheita no Brasil é sempre feita manualmente, por
rotação do cogumelo; posteriormente os estipes são cortados com
auxílio de faca ou tesoura.
No
gênero Pleurotus são encontradas várias espécies comestíveis,
entre elas o Pleurotus ostreatus, P.pulmo-narius, P.sarjor-caju,
P.eous, P.cornucopiae. A cor do píleo ou chapéu difere para cada
uma dessas espécies, assim como a temperatura de frutificação,
necessidades nutricionais, tempo de incubação, etc. O P.ostreatus,
por exemplo, possui coloração cinza e a temperatura para produção
varia entre 15º e 18ºC, para a maioria de suas linhagens.
A
maioria das espécies e linhagens utilizadas para o cultivo aqui
no Brasil foram introduzidas da Europa e da Ásia.
O
cultivo do Pleurotus é basicamente o mesmo para todas as
linhagens, com exceção das temperaturas de frutificação, e
pode ser dividido nas seguintes etapas:
-Preparação
da matriz
-Compostagem
-Pasteurização
-Semeadura
-Incubação
-Produção
e Colheita
Após
a formação dos primórdios, a umidade relativa deve ser diminuída
um pouco ( por volta de 85% ) para assegurar a qualidade dos
cogumelos. Em quatro à sete dias, os cogumelos estarão prontos
para a colheita. Para se saber o exato momento de se colher o
cogumelo, é preciso observar as margens do chapéu. Quando estas
estiverem planas, é preciso que sejam colhidos, pois em breve
iniciarão a liberação dos esporos o que deve ser evitado por vários
motivos. Dentre eles a perda de peso.
Durante
o crescimento do cogumelo, a temperatura também têm grande influência.
Se muito alta, haverá a maturação precoce ou morte do cogumelo;
por outro lado, se muito baixa, retardará o desenvolvimento deste
por vários dias.
O
cultivo de Lentinus edodes, ou shiitake, como é popularmente
conhecido, é o mais antigo dentre todos os cogumelos comestíveis.
O habitat natural deste cogumelo compreende a zona temperada do
nordeste asiático, onde ocorre em troncos de madeira de árvores
decíduas.
Na
china e no Japão, este cogumelo faz parte do cardápio usual da
população. No mercado mundial o shiitake detém o segundo lugar,
atrás somente do champignon- de- paris ( Agaricus bisporus ).
No
Brasil, devido a existência de uma grande colônia asiática, há
mercado consumidor em potencial, tendo, porém, somente alguns
pequenos produtores.
Existem
várias linhagens desse cogumelo, que têm sido melhoradas
geneticamente para maior produtividade e tolerância a diferentes
temperaturas. No Brasil, as linhagens utilizadas foram
introduzidas e não se têm registro do tipo de linhagem.
O
shiitake é um fungo degradador de madeira. Normalmente utilizam-
se árvores para o cultivo deste cogumelo, sendo que a
Castanheira, o Carvalho e o Olmo são as mais comuns. No entanto,
estas árvores não são nativas do Brasil, por isso os produtores
costumam fazer um cultivo paralelo dessas árvores para a produção
do substrato.
Os
troncos utilizados para o cultivo possuem, em geral, de 9 à 18cm
de diâmetro e de 1 à 1,20 m de comprimento. A árvore cortada
permanece na floresta por cerca de 20 à 30 dias para diminuir a
umidade e para permitir que substâncias que possam ser nocivas ao
desenvolvimento do micélio sejam eliminados ( naturalmente
metabolizados ). Somente então é que se cortam os troncos nos
tamanhos desejados e retiram- se os galhos.
Para
a inoculação dos troncos é preciso perfurá -los. O
procedimento normal é fazê- los na densidade de 2 a cada 10cm 2
e com 1 à 1,5 cm de diâmetro por 1,5 à 2,0cm de
profundidade ( abaixo do nível da casca ). O método mais simples
para a realização desta tarefa é através de furadeira elétrica.
Lembrando que os orifícios devem ser recobertos com parafina
fundida, para impedir a perda de água e o ataque de insetos. É
importante que a parafina não esteja muito quente pois pode matar
o micélio. No Brasil, um grande problema são as formigas que se
alimentam da matriz, se esta não estivem devidamente protegida.
O
local ideal para a incubação do shiitake possui as seguintes
características: terreno em declive, e com boa drenagem, ventilação
moderada e insolação de 30%. Pode- se ainda realizar esta etapa
em locais especialmente construídos, como casas de cultivo, onde
se tem o controle de temperatura, umidade, luminosidade e ventilação.
A temperatura ideal para o desenvolvimento do micélio da maioria
das linhagens é de 24 - 28º C. Após a total colonização, os
troncos são transferidos para um local mais úmido, menos
ensolarado e com temperaturas entre 12 e 20º C. que são propícias
para o desenvolvimento dos corpos de frutificação.
A
colheita inicia- se geralmente de 12 a 18 meses após o inóculo.
O pico da produção acontece no 2º e 3º ano de colheita. Sendo
que o ciclo total pode durar até 7 anos. Em média, colhem- se
20% do peso inicial da madeira em cogumelos. Os cogumelos estão
bons para serem colhidos após 4 ou 5 dias do aparecimento dos botões.
Para
o cultivo em barracão, a metodologia adotada é a mesma descrita
anteriormente. No entanto, utilizam- se barracões climatizados
tanto para incubação quanto para a produção dos cogumelos.
Como conseqüência direta, o ciclo produtivo fica mais curto,
sendo portanto, mais rentável à curto prazo.
MATÉRIA-PRIMA
(qualificar e
quantificar)
As
matérias primas que são utilizadas na produção de cogumelo,
foram descritas ao longo do texto sequencialmente e de acordo com
suas necessidades. Embora valha ressaltar as mais importantes
como:
-Composto
( palha, esterco de cavalo, esterco de galinha e suplementos em
gerais)
-Semente
-Terra
de cobertura
-Insumos:
sacos pláticos, etc.
-Água:
para irrigação e limpeza
-Pesticidas
INFRA-ESTRUTURA
(instalações,
equipamentos, maquinários)
As
instalacões e equipamentos adequados facilitam o cultivo de
cogumelo, além de possibilitar aumento de produtividade.
Muitas
das instalações aqui representadas podem ser adaptadas ou
modificadas, mas é importante salientar que uma simplificação
excessiva, com intuito de economizar, pode significar diminuição
da produção e consequentemente diminuição dos lucros.
Para
a produção de matriz, é necessário um laboratório, que deve
ser dimensionado de acordo com a necessidade de produção.
Basicamente ele deve possuir duas alas: uma onde se trabalha sem o
controle microbiológico do ambiente e outra onde mantém o
ambiente dentro dos padrões de esterilidade. Na primeira ala se
realizam as etapas de cozimento, envasamento, e autoclavagem dos
grãos. Na segunda se realizam o inóculo de micélio e incubação.
Na
ala não estéril, é necessário :
-Sala
de cozimento com os seguintes equipamentos:
-Fogão
-Destilador
de água
-Autoclave
-Balança
-Geladeira
-Estufa
para incubação
As
dimensões e capacidade de cada equipamento dependerão do volume
de semente a ser produzido.
Na
ala estéril:
Sala
de inóculo, com os seguintes equipamentos:
-Câmara
de fluxo laminar contínuo;
-Ar
condicionado.
Sala
de incubação, com os seguintes equipamentos:
-Sistema
de controle de temperatura e umidade ambientes;
-Sistema
de ventilaçãocom filtros;
-Estantes
para a acomodação dos frascos com sementes.
Sala
de refrigeração : Em produção não muito grande pode-se
utilizar geladeiras, caso contrário, é preciso que se tenha
salas refrigeradas.
Para
outra etapa como o prepara do composto, é necessário um armazém
para os resíduos que serão compostados e também um galpão para
a produção do composto propriamente dito. Em produções de
grande quantiadade de composto, é normalmente utilizado um trator
para transporte da matéria prima.
Para
o restante das etapas, ainda são necessárias as casas de
cultivo, sendo que estas podem ser construídas de diversas
maneiras, e com vários materiais diferentes.
A
circulação de ar nas casas de cultivo é fator ambiental muito
importante.Portanto é necessário que o produtor disponha de um
sistema de ventilação nas casas. A temperatura e a umidade são
outros dois fatores ambientais vitais aos cogumelos,
consequentemente seus controles são necessários.
Sendo a entrada
de vapor a solução mais simples, para esta tarefa, quando se tem
uma caldeira, que, além de aquecer o ambiente, também ajuda a
manter a umidade.
Já para o
resfriamento, pode-se utilizar sistemas industriais de refrigeração
ou, ainda, ar condicionado.
E por último é
necessário uma sala de embalagem contendo :
-balança, mesa,
pia e cadeiras. Lembrando que é interessante que esta instalação
fique próxima da saída da propriedade ou em local de fácil
acesso para caminhões e outras formas de transporte.
ASPECTOS ECONÔMICOS/COMERCIAIS/GERENCIAIS
Existem
diferentes meios de se comercializar os cogumelos, como:
-In
natura:
cogumelos
frescos, ou natural, são a forma mais representativa de
comercialização. Estes são colocados à disposição do
consumidor com todo o aroma, textura e sabor característicos. A
grande limitação é o tempo de sua viabilidade, que varia de
acordo com a espécie, desde que mantidos em sacos plásticos
vedados e sob refrigeração.
A
comercialização In natura do Agaricus ( champignon ), exige que
os cogumelos, logo após a colheita, sejam consumidos ou
resfriados rapidamente até 2 - 3º C.
O
Pleurotus e o Lentinus não devem nunca ser lavados após a
colheita. Se lavados, perdem os seus aromas característicos e
podem apressar o processo de desenvolvimento.
-Seco:
Após
a colheita, os cogumelos devem ser limpos e deve iniciar- se
imediatamente a secagem que pode ser efetuada ao sol ou com o uso
de estufas.
-Congelamento:
Os
cogumelos, de modo geral, não têm bom congelamento, pois ocorre
o rompimento das células.
-Envazamentos
( appertization ): vidros e latas.
-Conserva
em soluções.
-Aproveitamento
de pedaços de cogumelos abertos:
Os
cogumelos que se quebraram na colheita podem ser aproveitados
industrialmente embalados como cogumelos fatiados ou em pedaços e
secos e transformados em pó, utilizados posteriormente para a
fabricação de sopas, patês e temperos.
A
tendência mundial é a de aumentar o consumo de cogumelos comestíveis,
devido a diversos fatores, como por exemplo, alto teor nutritivo
dos cogumelos, fácil digestibilidade, paladar e aroma agradáveis,
promovem o controle das taxas de colesterol e algumas recentes
pesquisas demonstraram que muitos cogumelos possuem fatores anti-
cancerígenos. Aliados a estes fatos, o cultivo de cogumelos exige
pequenas áreas e um ciclo de vida curto garantindo constantes
safras. Também porque o substrato utilizado para o crescimento
dos cogumelos geralmente representados por sesíduos agrícolas.
Análises
recentes consideram que a produção e consumo de champignon na
Europa e América do Norte encontram- se praticamente
equilibrados. Já a América do Sul, não possui produção de
cogumelos em quantidade suficiente para seu auto- abastecimento,
sendo um mercado importador, limitado por seus permanentes
problemas financeiros.
No
Brasil também existe esta tendência de aumento de produção de
cogumelos comestíveis, apesar de não fazer parte do hábito
alimentar da grande maioria da população.
A
avaliação da produção de cogumelos no Brasil, é uma tarefa
difícil. Sabe-se que os produtores dão total preferência ao
cultivo de champignon, existindo poucos que se dedicam ao cogumelo
gigante, e menos ainda os que cultivam shiitake.
Os
dados oficiais de comercialização não são muito
significativos, no entanto, sabe-se que grandes quantias são
comercializadas diretamente pelos produtores junto a restaurantes,
lanchonetes, pizzarias, e outros estabelecimentos congêneres, além
de feiras livres.
Como
em todo negócio, é preciso que se elabore primeiramente um
estudo de viabilidade econômica da atividade a ser exercida.
Existem
vários planos para se organizar uma fazenda de cogumelos, desde o
cultivo mais simples e rústico até o mais complexo e mecanizado.
Cada um deles tem suas vantagens. O mais rústico, por exemplo,
tem a vantagem de exigir um investimento inicial, em termos de
instalações, quase irrisório, comparado a instalações
modernas climatizadas. No entanto este baixo custo inicial
torna-se alto quando analisado sob o ponto de vista de retorno.
O
cultivo de cogumelos é um processo trabalhoso e que exige técnica
especializada, portanto o ideal, como aliás em todos os negócios,
é a obtenção de alta produtividade com a redução máxima de
custos. Isto não significa que é necessária a construção de
fazenda totalmente mecanizada, mas sim que o bom senso seja
adotado e que se utilize o máximo possível recursos mais
baratos( local com clima mais ameno , por exemplo), mas
eficientes.
Portanto,
o primeiro passo a ser dado pelo futuro produtor de cogumelos é a
realização de análise de mercado. Outros fatores também são
de grande importância, para a elaboração de um projeto, como:
escolher estratégicamente o local de cultivo, a fim de minimizar
os custos tanto de instalações quanto de produção ; o clima da
região deve ser considerado na escolha , bem como a distância
entre o local de produção e o centro consumidor ;
disponibilidade de mão-de-obra para o cultivo e disponibilidade
do fornecimento de matérias primas.
E
como ponto fundamental de todo o planejamento , é imprencindível
que o futuro produtor adquira conhecimento teórico sobre o
assunto antes de qualquer etapa . Seja este por meio de cursos,
palestras, livros, apostilas, manuais, etc. Além de assessoria técnica
especializada, tanto na elaboração do projeto, quanto na
implantação e posteriores visitas periódicas.
ASPECTOS
LEGAIS
Nada,
em especial, a ser observado.
PALAVRAS-CHAVES
COGUMELO; CULTIVO
DE COGUMELO; FUNGOS; SHIITAKE; CHAMPIGNON; SEMEADURA DE COGUMELO;
COLHEITA DE COGUMELO; COMERCIALIZAÇÃO DE COGUMELO
REFERÊNCIAS
(bibliográficas,
empresariais, pessoais, inclusive fornecedores)
BONONI,
V.L.R. & CAPELARI, M. 1985. É fácil cultivar cogumelos.
Manuais Práticos Vida. São Paulo, Editor Três, 32p.
BONONI,
V.L.R. & RODRIGUES, B.M. 1983. Cogumelos Comestíveis. São
Paulo, Instituto de Botânica, 16p.
BONONI,
V.L.R. & CAPELARI, M. & MAZIERO, R. & TRUFEM, S.F.B.
1995. Cultivo de cogumelos comestíveis. São Paulo, Ícone, 206p.
MAZIERO,R.
1990 . Substratos alternativos para o cultivo de Pleurotus. ssp.
Dissertação de mestrado, USP, 136p.
MOLENA,O.
1986. O moderno Cultivo de Cogumelos. São Paulo, Nobel, 170p.
RAIGAU,
A. 1980. Cultivo de cogumelos e trufas. Porto Alegre, Editorial
Presença, 139p.
ANGELO
DELLA BARBA NETO - ESALQ-Jr Consultoria Tel : (019) 429-4399 e/ou
Disque-Tecnologia/USP , Tel : (011)211-0801
OBSERVAÇÕES
Nutricionamente
os cogumelos constituem boa fonte alimentar. Possuem carboidratos,
proteínas, vitaminas, aminoácidos e gorduras.
Os
cogumelos são alimentos excelentes para dietas, porque nutrem e não
engordam . Segundo trabalhos realizados, mostraram que 200g de
cogumelos secos são suficientes para alimentar um ser humano
normal de aproximadamente 70 kg, garantindo um balanço
nutricional adequado, ao qual seria necessário adicionar apenas
alguns gramas de ferro. Se comparado com outros alimentos, os
cogumelos só possuem teor de proteína menor que a soja, dentre
os vegetais.
CECAE
- Disque Tecnologia da Universidade de São Paulo
APROTEC
- TECNOLOGIA APROPRIADA
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